Mostrando postagens com marcador Além da doulagem.... Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Além da doulagem.... Mostrar todas as postagens
1 de abril de 2011
19 de março de 2011
Pelo não fechamento do curso de Obstetriz da USP.
Assinaturas no abaixo-assinado (# 8452): Abaixo assinado de apoio para a continuidade da Graduação em Obstetrícia na Universidade de São Paulo - Abaixo Assinado.Org
Assinaturas no abaixo-assinado (# 8452): Abaixo assinado de apoio para a continuidade da Graduação em Obstetrícia na Universidade de São Paulo - Abaixo Assinado.Org
Leia a notícia: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/usp+leste+pode+fechar+mais+de+300+vagas/n1238177421365.html
Assinaturas no abaixo-assinado (# 8452): Abaixo assinado de apoio para a continuidade da Graduação em Obstetrícia na Universidade de São Paulo - Abaixo Assinado.Org
Leia a notícia: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/usp+leste+pode+fechar+mais+de+300+vagas/n1238177421365.html
30 de outubro de 2010
GestaParaná no desafio ChangeMakers!
O Grupo GestaParaná está participando do desafio do ChangeMakers: Paciente/Escolhas/Autonomia.
O desafio premia soluções inovadoras e pessoas com perfil de mudança social.
Nossa inscrição está na competição sobre Autonomia dos Pacientes nas Escolhas do Tratamento Médico, ou seja TUDO A VER com o Protagonismo no Parto.
Entrem no site do Changemakers, façam um cadastro, leiam a inscrição do GestaParaná http://www.changemakers.com/node/88648 e façam comentários, elogios, perguntas a serem respondidas por mim.
Quanto mais comentários, mais em evidência fica a inscrição e maiores as chances de sermos escolhidos como finalistas!
Divulguem para todas as pessoas que você conhece e que se importam com as questões da Humanização do Nascimento, seja para seus contatos pessoais, seja para listas de discussão, no Orkut, Twiter, blogs e afins!
Temos 18 dias para deixar o GestaParaná em evidência!
Colaborem!
bjs
Pata
O desafio premia soluções inovadoras e pessoas com perfil de mudança social.
Nossa inscrição está na competição sobre Autonomia dos Pacientes nas Escolhas do Tratamento Médico, ou seja TUDO A VER com o Protagonismo no Parto.
Entrem no site do Changemakers, façam um cadastro, leiam a inscrição do GestaParaná http://www.changemakers.com/node/88648 e façam comentários, elogios, perguntas a serem respondidas por mim.
Quanto mais comentários, mais em evidência fica a inscrição e maiores as chances de sermos escolhidos como finalistas!
Divulguem para todas as pessoas que você conhece e que se importam com as questões da Humanização do Nascimento, seja para seus contatos pessoais, seja para listas de discussão, no Orkut, Twiter, blogs e afins!
Temos 18 dias para deixar o GestaParaná em evidência!
Colaborem!
bjs
Pata
6 de outubro de 2010
Novas Perspectivas na Atenção ao Nascimento
Evento imperdível em Londrina!
Começa na quinta (07/10) de noite e segue com um dia interinho (08/10) de palestras sobre a prática no atendimento humanizado.
http://www.atencaoaonascer-pr.blogspot.com/
E o final de semana segue animado em Londrina: 1º Curso de Doulas da região, ministrado pela ANDO.
http://www.doulando.blogspot.com/
Eu vou até lá! Claro!
Começa na quinta (07/10) de noite e segue com um dia interinho (08/10) de palestras sobre a prática no atendimento humanizado.
http://www.atencaoaonascer-pr.blogspot.com/
E o final de semana segue animado em Londrina: 1º Curso de Doulas da região, ministrado pela ANDO.
http://www.doulando.blogspot.com/
Eu vou até lá! Claro!
Marcadores:
Além da doulagem...,
Cursos.,
Eventos.,
Gesta Londrina.,
Parcerias.
15 de setembro de 2010
11 de agosto de 2010
Círculo de Diálogos Para Mulheres.
Eu fui, fiz meus contatos, adorei conhecer as pessoas, e amanhã estou na reunião de novo!
http://www.fiepr.org.br/nospodemosparana/
8 de junho de 2009
9 de maio de 2009
Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento.
Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento, uma Iniciativa da Alliance Francophone pour l’Accouchement Respecté (AFAR) desde 2004 .Este ano o tema abordado será “O aumento das taxas de cesáreas no mundo”, e o slogan original da Parto do Princípio não poderia ser mais adequado: “Pelo fim das cesáreas desnecessárias, por uma nova forma de gestar, parir e nascer”.
A exposição visa incentivar a escolha segura e consciente da via de parto, preservando o vínculo afetivo mãe e filho, a amamentação na primeira hora de vida e o parto humanizado. Além de cerca de 30 fotos e seus cartões explicitando os mitos que rondam o parto em questão e que seriam motivo para uma cesárea possivelmente mal indicada , usaremos banners para divulgar a Rede, expôr os riscos da cesárea para mãe e o bebê e atentar para altas taxas de cesárea nos hospitais brasileiros.
Local: Hall da Cliniprev - Rua Vereador Primo Monteschio, 460 / Zona 02 / Maringá / PR
Data: 11 à 16 de maio de 2009
Horário: durante o funcionamento da clínica
Obs. A exposição acontecerá simultaneamente em várias cidades.
23 de abril de 2009
Fênix.
Dois anos se passaram desde que eu deixei meu trabalho voluntário. E foram os dois anos mais dinâmicos da minha vida, tão cheios de coisas acontecendo que ao mesmo tempo que parece uma eternidade, também parece que vôou!
Neste tempo eu:
- mantive o grupo de apoio virtual, que cresceu e virou GestaParaná, com doulas de outras cidades e mulheres de todo o estado.
- mantive o apoio virtual á inúmeras mulheres, da minha cidade e de outros tantos lugares.
- criei e mantenho um blog de apoio à amamentação com a Rebeca, minha amiga e doula: De Peito Aberto.
- republiquei este blog e criei o blog do GestaMaringá, que está sem atividade desde que larguei o voluntariado, por que eu atendia muitas pessoas na casa do voluntário da Santa Casa e achei que não era certo continuar usando o espaço.
- engravidei e pari Luiza em casa.
Isso além de todas as tarefas de mãe, esposa, dona de casa, mulher, etc.
Eu prometi a mim mesma que retomaria minhas atividades como doula este ano e comecei bem: dois TP's na primeira semana.
Mas tive que dar o braço a torcer: Luiza ainda exige muito cuidado e o Pedro também precisa de atenção nesta fase de aprender a ler e escrever. Só consegui me sentir mais ou menos organizada agora, no final de abril.
Então terminei de arrumar os blogs, estou fazendo faxina nos meus materiais, organizando tudo e matutando como retornar ao meio...
Espero trazer novidades em breve.
Neste tempo eu:
- mantive o grupo de apoio virtual, que cresceu e virou GestaParaná, com doulas de outras cidades e mulheres de todo o estado.
- mantive o apoio virtual á inúmeras mulheres, da minha cidade e de outros tantos lugares.
- criei e mantenho um blog de apoio à amamentação com a Rebeca, minha amiga e doula: De Peito Aberto.
- republiquei este blog e criei o blog do GestaMaringá, que está sem atividade desde que larguei o voluntariado, por que eu atendia muitas pessoas na casa do voluntário da Santa Casa e achei que não era certo continuar usando o espaço.
- engravidei e pari Luiza em casa.
Isso além de todas as tarefas de mãe, esposa, dona de casa, mulher, etc.
Eu prometi a mim mesma que retomaria minhas atividades como doula este ano e comecei bem: dois TP's na primeira semana.
Mas tive que dar o braço a torcer: Luiza ainda exige muito cuidado e o Pedro também precisa de atenção nesta fase de aprender a ler e escrever. Só consegui me sentir mais ou menos organizada agora, no final de abril.
Então terminei de arrumar os blogs, estou fazendo faxina nos meus materiais, organizando tudo e matutando como retornar ao meio...
Espero trazer novidades em breve.
1 de outubro de 2008
30/03/06
A primeira cesárea.
Eu já tinha recebido o convite para acompanhar a cesárea de outras mulheres no voluntariado.
No plantão que eu vou, raramente um TP termina em cesárea. As cesáreas são raras e acontecem por fatores que determinam a necessidade antes do TP. Na verdade, elas chegam em início de trabalho de parto, mas já sabendo que vão fazer a cirurgia. Então não é comum que eu conheça a mulher, que tenha criado algum vínculo com ela.
A primeira cesárea que eu acompanhei, foi de uma adolescente, a B.
Eu ia resistir, mas ela chorou tanto quando recebeu a notícia da indicação, ela gritava que não queria e olhava pra mim como se eu pudesse fazer alguma coisa. Eu cheguei perto, segurei a mão dela e expliquei o que ia acontecer, que ela não precisava ter medo e ela me pediu pra entrar no Centro Cirúrgico com ela. Eu fui...
A minha limitação neste caso, tinha a ver com a minha própria história. Eu não fiz o escândalo que ela fez, mas chorei igual, por motivos diferentes. Eu sabia que ela precisa de mim naquele momento, mas foi muito difícil decidir, muito mesmo.
Naquela noite, tinha 4 mulheres em TP e chegou mais uma depois que eu entrei pro centro cirúrgico. Depois que ela foi levada para o CC, eu ainda acompanhei um PN na sala do lado.
Quando eu pude finalmente ficar com ela, o anestesista ainda estava preparando-a e como eu não o conheço, fiquei do lado de fora, espiando. Ela me olhava chorando e sussurrava: entra, por favor...
Fiquei ali, olhando os procedimentos e me vendo naquela situação.... Confesso que chorei também, um choro guardado a tempos e do qual eu nem mais lembrava.
Quando o anestesista terminou, o GO já estava na sala e me chamou pra entrar. Tomei fôlego e fui!
Eu já ouvi muita gente perguntar por que eu faço esse trabalho, ou se eu acho que a minha cesárea atrapalha o meu atendimento e até uns absurdos do tipo “você quer é que elas se dêem tão mal quanto você”, “seu interesse pelo processo é mórbido, parece que quer reviver a sua história infeliz, no PN dos outros”. É, tem quem fale este tipo de coisa.
Eu fiz o curso de doula antes de engravidar, então eu já queria fazer isso, antes mesmo de ter meu filho. Mas é claro que a minha experiência influencia meu trabalho. Acho que depois da minha cesárea, ficou ainda mais claro pra mim que as mulheres precisam saber como as coisas são, que elas podem e devem ter o controle sobre a própria gestação e sobre o próprio corpo.
Já se vão mais de 3 anos neste trabalho de conscientização, seja via internet, seja com as pessoas que eu conheço ou com quem eu tenho o privilégio de trocar algumas palavras, mesmo sem ter intimidade nenhuma. Eu não sou fanática pelo PN e sei bem a hora certa de me calar, por isso quando eu vejo que numa roda de mulheres não tem espaço para essa idéias, eu fico na minha. Lamento muito, mas fico na minha.
Enfim, acompanhar a cesárea da B., marcou um novo ponto de partida pra mim e curiosamente muitas coisas boas aconteceram desde então...
Eu já tinha recebido o convite para acompanhar a cesárea de outras mulheres no voluntariado.
No plantão que eu vou, raramente um TP termina em cesárea. As cesáreas são raras e acontecem por fatores que determinam a necessidade antes do TP. Na verdade, elas chegam em início de trabalho de parto, mas já sabendo que vão fazer a cirurgia. Então não é comum que eu conheça a mulher, que tenha criado algum vínculo com ela.
A primeira cesárea que eu acompanhei, foi de uma adolescente, a B.
Eu ia resistir, mas ela chorou tanto quando recebeu a notícia da indicação, ela gritava que não queria e olhava pra mim como se eu pudesse fazer alguma coisa. Eu cheguei perto, segurei a mão dela e expliquei o que ia acontecer, que ela não precisava ter medo e ela me pediu pra entrar no Centro Cirúrgico com ela. Eu fui...
A minha limitação neste caso, tinha a ver com a minha própria história. Eu não fiz o escândalo que ela fez, mas chorei igual, por motivos diferentes. Eu sabia que ela precisa de mim naquele momento, mas foi muito difícil decidir, muito mesmo.
Naquela noite, tinha 4 mulheres em TP e chegou mais uma depois que eu entrei pro centro cirúrgico. Depois que ela foi levada para o CC, eu ainda acompanhei um PN na sala do lado.
Quando eu pude finalmente ficar com ela, o anestesista ainda estava preparando-a e como eu não o conheço, fiquei do lado de fora, espiando. Ela me olhava chorando e sussurrava: entra, por favor...
Fiquei ali, olhando os procedimentos e me vendo naquela situação.... Confesso que chorei também, um choro guardado a tempos e do qual eu nem mais lembrava.
Quando o anestesista terminou, o GO já estava na sala e me chamou pra entrar. Tomei fôlego e fui!
Eu já ouvi muita gente perguntar por que eu faço esse trabalho, ou se eu acho que a minha cesárea atrapalha o meu atendimento e até uns absurdos do tipo “você quer é que elas se dêem tão mal quanto você”, “seu interesse pelo processo é mórbido, parece que quer reviver a sua história infeliz, no PN dos outros”. É, tem quem fale este tipo de coisa.
Eu fiz o curso de doula antes de engravidar, então eu já queria fazer isso, antes mesmo de ter meu filho. Mas é claro que a minha experiência influencia meu trabalho. Acho que depois da minha cesárea, ficou ainda mais claro pra mim que as mulheres precisam saber como as coisas são, que elas podem e devem ter o controle sobre a própria gestação e sobre o próprio corpo.
Já se vão mais de 3 anos neste trabalho de conscientização, seja via internet, seja com as pessoas que eu conheço ou com quem eu tenho o privilégio de trocar algumas palavras, mesmo sem ter intimidade nenhuma. Eu não sou fanática pelo PN e sei bem a hora certa de me calar, por isso quando eu vejo que numa roda de mulheres não tem espaço para essa idéias, eu fico na minha. Lamento muito, mas fico na minha.
Enfim, acompanhar a cesárea da B., marcou um novo ponto de partida pra mim e curiosamente muitas coisas boas aconteceram desde então...
08/03/06

MULHERES SE ORGANIZAM CONTRA A BANALIZAÇÃO DA CESARIANA
Lançamento de site no Dia Internacional da Mulher é a primeira ação do grupo Parto do Princípio, que reúne 150 mulheres ativistas do parto normal em dez estados brasileiros e se prepara para lançar ONG No 08 de março, Dia Internacional da Mulher, será lançado o site do grupo Parto do Princípio - Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa http://www.partodoprincipio.com.br/ .
O site oferecerá informação e 'apoio de mãe para mãe' para gestantes que desejam ter um parto normal, mas enfrentam inúmeros obstáculos no sistema obstétrico brasileiro, que registra altas taxas de cesariana (27% na rede pública e 80% na rede particular de saúde).
O site Parto do Princípio estréia com a apresentação dos trabalhos do grupo e um convite para mulheres de todo o país participarem da 'rede pela maternidade ativa'.
Em breve, o site lançará também uma galeria de relatos de partos normais hospitales, domiciliares e cesarianas, textos sobre a importância de se promover a 'escolha informada' da mulher, uma enquete sobre como as mulheres que tiveram partos normais percebem essa experiência.
E, claro, muitos artigos escritos pelas próprias integrantes da rede com informação adequada, de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde, sobre gravidez, parto e pós-parto. Haverá ainda um grande banco de imagens de todos os tipos de partos, uma lista de profissionais humanizados em todo o Brasil, um serviço de apoio online 24 horas, programas educativos de rádio para download, uma seção especial para a imprensa (com pesquisas científicas, sugestões de pauta e imagens de divulgação), textos sobre experiências de sucesso na assistência à gravidez e parto pelo mundo afora, debates entre especialistas, produtos exclusivos da marca Parto do Princípio (camisetas, sacolas, adesivos, cartazes) e uma seção científica com todas as recomendações da Medicina Baseada em Evidências e da Organização Mundial de Saúde.
"A gente quer oferecer apoio de mãe para mãe para mulheres que estão ou planejam estar grávidas em todo o país", diz Ingrid Lotfi, uma das idealizadoras do movimento. "Uma de nós estará sempre disponível pra conversar e esclarecer dúvidas pelo site, telefone ou mesmo presencialmente", diz Ingrid. "A sensibilidade é a chave do nosso projeto", diz Andreza, enfermeira de 24 anos, que não tem filhos, mas está participando da rede.
O lançamento do site é a primeira de uma série de ações previstas pelo grupo Parto do Princípio, que já reúne 150 mulheres voluntárias espalhadas em nove estados brasileiros mais o Distrito Federal (SP, RJ, MG, BA, PR, RS, CE, SC, ES, AM, PE), trabalhando diariamente pela Internet. Por enquanto, a principal meta da rede de mulheres é ser uma ONG para representar 'a voz das mulheres' na luta pela melhoria das condições de atendimento ao parto no país.
Entre as ações previstas estão:
- Promover encontros presenciais gratuitos de apoio e discussão sobre gravidez, parto e pós-parto em todas as cidades onde exista uma representante da rede.
- Articular toda a rede de mulheres para enviar críticas e reclamações para os veículos de comunicação que divulgarem informações equivocadas sobre gravidez e parto.
- Conquistar espaço na mídia para divulgar informação de qualidade, alinhada com as recomendações da Organização Mundial de Saúde, em jornais, revistas, programas femininos na TV, no rádio e na Internet.
- Produzir uma cartilha para divulgação dos benefícios e procedimentos do parto normal e natural.
- Oferecer material de divulgação e realizar palestras com informação de qualidade em comunidades locais (igrejas, empresas, escolas, etc).
- Representar a 'voz das mulheres que buscam um parto normal e humanizado' em eventos de saúde da mulher, saúde infantil e saúde reprodutiva como congressos, conferências médicas, feiras, entre outros.
- Produzir vídeos e programas de rádio educativos para distribuição e veiculação gratuitas em todo o Brasil.
- Produzir campanhas contra o desrespeito e descumprimento dos direitos da mulher nas instituições públicas e particulares.
- Realizar um Congresso Anual para discussão de conquistas e metas das mulheres na luta pela humanização do nascimento e melhoria no atendimento ao parto no Brasil.
- Promover uma comissão política responsável pela elaboração de documentos, manifestos, abaixo-assinados e conquistar espaço para discussão de projetos de lei municipais, estaduais e federais.
- Fazer como as Mães da Plaza de Mayo, andar pelas ruas com cartazes de protesto: 'Chega de um acompanhante no máximo!', 'Chega destes índices criminosos de cesárea em hospitais privados!!' ou 'Nós não vamos pagar para nosso marido assistir o nascimento do nosso bebê!'
3 de maio de 2008
01/12/05
Ele voltou!
E hoje o bicho pegou na maternidade!
Tínhamos apenas um TP, mas de uma gestante cuja pressão estava nas alturas e não cedia de jeito nenhum! Eu queria ficar com ela, mas a maternidade estava lotada de barrigudas para passarem por consulta o GO estava sozinho, outros médicos e os residentes foram para uma formatura. Não sei se pela falta de acompanhamento ou se ela era assim mesmo, mas a moça me tirou do sério. Ela era muito ranzinza e não levava as orientações que recebia a sério. Nossos santos não bateram!
Hoje teve de tudo!
-mulher grávida do 6º filho, idade avançada e fumante, em TP de 35 semanas;
-adolescente desesperada querendo cesárea;
-mulher cujo marido estava viajando e ela foi ao hospital por que estava com medo de entrar em TP estando sozinha em casa;
-mulher com mastite em fase avançada, ficou internada para fazer drenagem;
-mulher com herpes ativo e bolsa rota, ficou internada, mas não sei qual foi o procedimento com ela;
-adolescente grávida do 2º filho, em estado de quase coma alcoólico;
-comida mexicana!
Calma, eu explico!
O GO sempre pede alguma coisa pra gente comer, geralmente é pizza! Mas na outra semana, eu sugeri que ele variasse o cardápio e ele optou pela comida mexicana... Acertou na mosca! Uma delícia!
Bom, hoje eu fiquei o tempo todo com ele. E ele disse que se fosse mágico, ia querer que eu fosse a assistente dele... hehe
Também disse que ficou muito surpreso e feliz com o fato de eu ter dedicado tanto tempo pra orientar duas meninas e convencê-las de que elas deviam voltar para casa, dando informações e segurança o suficiente para que elas esperassem em casa o início efetivo dos trabalhos de parto.
Eu não gosto muito de comentar este tipo de coisa, mas acho que estou mesmo ganhando espaço e a confiança dele.
O W. não é um médico humanizado daqueles que a gente tem como modelo, mas ele também não é um médico como os outros. Eu acho que ele está no caminho de descobrir que quer ser melhor do que foi ensinado a ser... E eu também tenho a impressão de que estar presente nos plantões dele, tem feito ele olhar para o trabalho que ele realiza com outros olhos. Ali, tem solo fértil e eu espero que um dia a gente possa fazer uma parceria de muito sucesso.
E hoje o bicho pegou na maternidade!
Tínhamos apenas um TP, mas de uma gestante cuja pressão estava nas alturas e não cedia de jeito nenhum! Eu queria ficar com ela, mas a maternidade estava lotada de barrigudas para passarem por consulta o GO estava sozinho, outros médicos e os residentes foram para uma formatura. Não sei se pela falta de acompanhamento ou se ela era assim mesmo, mas a moça me tirou do sério. Ela era muito ranzinza e não levava as orientações que recebia a sério. Nossos santos não bateram!
Hoje teve de tudo!
-mulher grávida do 6º filho, idade avançada e fumante, em TP de 35 semanas;
-adolescente desesperada querendo cesárea;
-mulher cujo marido estava viajando e ela foi ao hospital por que estava com medo de entrar em TP estando sozinha em casa;
-mulher com mastite em fase avançada, ficou internada para fazer drenagem;
-mulher com herpes ativo e bolsa rota, ficou internada, mas não sei qual foi o procedimento com ela;
-adolescente grávida do 2º filho, em estado de quase coma alcoólico;
-comida mexicana!
Calma, eu explico!
O GO sempre pede alguma coisa pra gente comer, geralmente é pizza! Mas na outra semana, eu sugeri que ele variasse o cardápio e ele optou pela comida mexicana... Acertou na mosca! Uma delícia!
Bom, hoje eu fiquei o tempo todo com ele. E ele disse que se fosse mágico, ia querer que eu fosse a assistente dele... hehe
Também disse que ficou muito surpreso e feliz com o fato de eu ter dedicado tanto tempo pra orientar duas meninas e convencê-las de que elas deviam voltar para casa, dando informações e segurança o suficiente para que elas esperassem em casa o início efetivo dos trabalhos de parto.
Eu não gosto muito de comentar este tipo de coisa, mas acho que estou mesmo ganhando espaço e a confiança dele.
O W. não é um médico humanizado daqueles que a gente tem como modelo, mas ele também não é um médico como os outros. Eu acho que ele está no caminho de descobrir que quer ser melhor do que foi ensinado a ser... E eu também tenho a impressão de que estar presente nos plantões dele, tem feito ele olhar para o trabalho que ele realiza com outros olhos. Ali, tem solo fértil e eu espero que um dia a gente possa fazer uma parceria de muito sucesso.
11/10/2005
Senac
Fui convidada para um bate papo informal com a turma do curso Técnico em Enfermagem.
Eles estavam fazendo um trabalho sobre humanização do atendimento e acharam meu nome no Doulas do Brasil. Me ligaram, conversamos um pouco e decidi ir.
Preparei um plano pra tentar seguir na hora, mas no fim a coisa fluiu como deu. Eu fiquei nervosa no começo, desacostumada das salas de aula (sou professora, pra quem não sabe), mas logo fiquei à vontade e foi muito legal.
Elas fizeram perguntas, tentei ser o mais clara possível, deixei indicações de leitura, sites, blogs e por fim, assistimos o vídeo Parir e Nascer. Eu gostei da experiência e voltei pra casa com um vasinho de mini margaridas, muito fofo!
24 de novembro de 2006
Encontro de Humanização, no Rio de Janeiro.
Alex, Dydy, Csylla, Ana, Ingrid, Mireillie, Moema, ?, Thais, eu e Kiki.
20 de outubro de 2006
Dia bom!
S., 17 anos, chegou depois de quase duas horas do início do plantão, numa noite muito calma e eu estava quase indo embora...
Acompanhada da mãe, ela estava um pouco assustada, tensa, mas já na sala de espera (pela consulta), fui massageando os pés dela e puxando papo. Logo ela estava mais solta e entendendo melhor as reações do corpo.
Mesmo antes de falarem em internação, levei-a para a sala de TP, por que no rítmo em que ela estava, era claro que se tratava de TP mesmo.
Tive tempo de falar com ela sobre as mudanças de comportamento, sobre o tempo do TP, sobre o que era esperado e normal naquele momento.
O TP dela foi quase didático. Um ótimo exemplo. Toda feliz e falante no início, foi ficando cada vez mais concentrada e um pouco irritadiça, procurando melhores posições, relaxando nos banhos e respirando no tempo dela... Olhar vazio na transição, ânsia de vômito, vontade de sair correndo dali. Então a vontade de fazer cocô, de empurrar, fazer força e a cabeça do bebê já aparecendo na vulva.
Ela foi encaminhada pro CC e o bebê nasceu em três contrações, sem epsiotomia e com uma pequena laceração. Logo após o nascimento da L., um enorme sorriso nos lábios...
Nesta noite também aconteceu um encontro inusitado nos corredores. Uma mulher vem na minha direção, toda sorridente:
-Você está aqui! Que bom te ver! Pena que não deu tempo...
Eu devo ter feito cara de quem não estava entendendo e ela disse:
-Não lembra de mim, né?
Isso na verdade é bem comum, não consigo guardar todos os rostos que passam por ali. Mas ela explica.... Há exatos 9 meses, ela esteve na maternidade com a filha mais nova e eu estava no TP dela. Agora ela estava com a filha mais velha e me diz que passaram a gestação toda pedindo que o bebê nascesse numa sexta-feira, por que é o dia que eu estou lá... Pois o bebê atendeu o pedido delas, só que elas esqueceram de dizer que eu só estaria lá após as 18h e ele nasceu ao meio dia!
Acompanhada da mãe, ela estava um pouco assustada, tensa, mas já na sala de espera (pela consulta), fui massageando os pés dela e puxando papo. Logo ela estava mais solta e entendendo melhor as reações do corpo.
Mesmo antes de falarem em internação, levei-a para a sala de TP, por que no rítmo em que ela estava, era claro que se tratava de TP mesmo.
Tive tempo de falar com ela sobre as mudanças de comportamento, sobre o tempo do TP, sobre o que era esperado e normal naquele momento.
O TP dela foi quase didático. Um ótimo exemplo. Toda feliz e falante no início, foi ficando cada vez mais concentrada e um pouco irritadiça, procurando melhores posições, relaxando nos banhos e respirando no tempo dela... Olhar vazio na transição, ânsia de vômito, vontade de sair correndo dali. Então a vontade de fazer cocô, de empurrar, fazer força e a cabeça do bebê já aparecendo na vulva.
Ela foi encaminhada pro CC e o bebê nasceu em três contrações, sem epsiotomia e com uma pequena laceração. Logo após o nascimento da L., um enorme sorriso nos lábios...
Nesta noite também aconteceu um encontro inusitado nos corredores. Uma mulher vem na minha direção, toda sorridente:
-Você está aqui! Que bom te ver! Pena que não deu tempo...
Eu devo ter feito cara de quem não estava entendendo e ela disse:
-Não lembra de mim, né?
Isso na verdade é bem comum, não consigo guardar todos os rostos que passam por ali. Mas ela explica.... Há exatos 9 meses, ela esteve na maternidade com a filha mais nova e eu estava no TP dela. Agora ela estava com a filha mais velha e me diz que passaram a gestação toda pedindo que o bebê nascesse numa sexta-feira, por que é o dia que eu estou lá... Pois o bebê atendeu o pedido delas, só que elas esqueceram de dizer que eu só estaria lá após as 18h e ele nasceu ao meio dia!
22 de setembro de 2006
Fui mais cedo pra lá.
Não tinha ninguém em TP. Serviu pra encontrar a Renata (doulanda) e falar muito com o GO.
Na hora que eu fui tomar meu lanche, a Lúcia que trabalha na recepção e a quem eu não conhecia, se achegou e perguntou sobre o trabalho, quer acompanhar um dia, ir aos encontros, etc.
Na hora que eu fui tomar meu lanche, a Lúcia que trabalha na recepção e a quem eu não conhecia, se achegou e perguntou sobre o trabalho, quer acompanhar um dia, ir aos encontros, etc.
19 de junho de 2006
Entrevista para a Folha de Londrina.
Entrevista para a Folha de Londrina.
http://www.bonde.com.br/folha/folhad.php?id=18948&dt=20060619
Clique no link para ler a matéria.
http://www.bonde.com.br/folha/folhad.php?id=18948&dt=20060619
Clique no link para ler a matéria.
19 de maio de 2006
Nenhum TP, frio e chuva.
Hoje foi mais um dia para conversas esclarecedoras e empolgantes com o GO.
E também foi dia de ter certeza que tem uma enfermeira que me odeia, com todas as suas forças...
E também foi dia de ter certeza que tem uma enfermeira que me odeia, com todas as suas forças...
31 de março de 2006
Só conversa...
Hoje a maternidade estava vazia, sem TPs e com poucas recém-paridas.
Conversei com algumas sobre amamentação, mas a conversa que valeu mesmo foi com o GO e com o residente (separados).
Acho que estamos num bom caminho, mesmo que ele esteja com receios de mudar....
Conversei com algumas sobre amamentação, mas a conversa que valeu mesmo foi com o GO e com o residente (separados).
Acho que estamos num bom caminho, mesmo que ele esteja com receios de mudar....
1 de junho de 2005
Coca cola com biscoito de polvilho!!!?
Ai, só rindo mesmo!
As quartas-feiras têm sido um tédio! Nenhum TP e recém paridas tranqüilas.
Fico lá, sem fazer nada.O legal disso é que dá pra conhecer melhor o pessoal. As auxiliares e o médico do plantão (o residente, na verdade), são pessoas legais, embora normalmente passem por mim como se eu não existisse. Falta de tempo e saco pra parar e conversar mesmo!
Bom, já conversamos sobre o Pedro, sobre meu TP e cesárea, sobre a disponibilidade dos médicos, sobre a realidade das parturientes do SUS, sobre o tempo, sobre jogar tênis (???), sobre muitas coisas.
Hoje, no marasmo do não acontecimento, bateu fome no doc! E eis que ele decidiu comer biscoito de polvilho com coca-cola!!!??? Argh!
Isso não tem NADA a ver com doular, mas essa aproximação informal favorece minha presença lá, né? Abre espaço pra eu poder perguntar coisas, esclarecer pontos sobre procedimentos e tals....
Hoje tinha uma mulher na sala do TP.
34 semanas, mas sem nenhum dado de pré natal, não sabia DUM, nem DPP. Grávida do 8º filho, a bolsa rompeu e ela estava em observação. Foi a primeira vez que conversei sobre uma paciente com o médico. Ele disse que ela ficaria lá até entrar em TP e que neste caso eles não costumam induzir. Ele avaliou o líquido dela e disse que tinha grumos, indicativo de que há maturidade do feto, o que o leva a pensar que a informação sobre o tempo de gestação está errada. Disse que enquanto eles puderem controlar e se não houver infecção (já ia analisar o hemograma), eles a segurariam lá. Não fariam cesárea enquanto não fosse necessário. Ou enquanto outro médico não assumisse o plantão e decidisse operar.
Hoje aliás, eu pude ouvir algumas pérolas deste mesmo residente, que segundo a enfermagem, nem sabe por que está na obstetrícia...
* S U S P I R O *
As quartas-feiras têm sido um tédio! Nenhum TP e recém paridas tranqüilas.
Fico lá, sem fazer nada.O legal disso é que dá pra conhecer melhor o pessoal. As auxiliares e o médico do plantão (o residente, na verdade), são pessoas legais, embora normalmente passem por mim como se eu não existisse. Falta de tempo e saco pra parar e conversar mesmo!
Bom, já conversamos sobre o Pedro, sobre meu TP e cesárea, sobre a disponibilidade dos médicos, sobre a realidade das parturientes do SUS, sobre o tempo, sobre jogar tênis (???), sobre muitas coisas.
Hoje, no marasmo do não acontecimento, bateu fome no doc! E eis que ele decidiu comer biscoito de polvilho com coca-cola!!!??? Argh!
Isso não tem NADA a ver com doular, mas essa aproximação informal favorece minha presença lá, né? Abre espaço pra eu poder perguntar coisas, esclarecer pontos sobre procedimentos e tals....
Hoje tinha uma mulher na sala do TP.
34 semanas, mas sem nenhum dado de pré natal, não sabia DUM, nem DPP. Grávida do 8º filho, a bolsa rompeu e ela estava em observação. Foi a primeira vez que conversei sobre uma paciente com o médico. Ele disse que ela ficaria lá até entrar em TP e que neste caso eles não costumam induzir. Ele avaliou o líquido dela e disse que tinha grumos, indicativo de que há maturidade do feto, o que o leva a pensar que a informação sobre o tempo de gestação está errada. Disse que enquanto eles puderem controlar e se não houver infecção (já ia analisar o hemograma), eles a segurariam lá. Não fariam cesárea enquanto não fosse necessário. Ou enquanto outro médico não assumisse o plantão e decidisse operar.
Hoje aliás, eu pude ouvir algumas pérolas deste mesmo residente, que segundo a enfermagem, nem sabe por que está na obstetrícia...
* S U S P I R O *
Assinar:
Postagens (Atom)


