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5 de setembro de 2010

Doula Voluntária?

Fui na Santa Casa.
Estou pleiteando a volta ao trabalho voluntário.

Me contaram as novidades da casa, disseram que agora tem um curso de gestantes que acontece duas vezes por semestre. Quem sabe posso inserir meus temas lá?

Vamos ver como serão os próximos passos...

23 de abril de 2009

01/05/07

A vida da doula.
Apesar de ter dado um tempo no voluntariado, minhas atividades como doula vão muito bem, obrigada.
Estou focando no grupo virtual e nos atendimentos particulares. E está sendo muito bom pra mim. Só sinto falta de trocar experiências com o GO e os outros profissionais.

23/03/07

Quem dá tempo é relógio?
Nenhum TP.
Os últimos relatos foram sucintos e sem graça, por que é assim que tenho sentido os dias de voluntariado. É tão difícil manter uma postura positiva num ambiente inóspito!
Eu vejo tanta coisa estranha, sinto tanta vontade de falar com as pessoas sobre suas condutas, de abrir a cabeças daquelas mulheres e fazê-las entender que muito do que elas podem ter de bom, depende também da postura delas frentes às coisas...
Suga a minha energia...
Mas não me faz querer desistir.
Só me deixa um pouco melancólica...

09/02/07

Durante o dia, o tempo voa.
A partir desta semana, eu começo a fazer meu voluntariado pelas manhãs e sigo até no máximo às 17h.
Eu achava que era tempo demais, mas durante o dia, as coisas acontecem muito rápido, é bem diferente da noite. Que estranho!

Eu tenho 3 casos pra relatar hoje.
Um, é de uma mulher que eu nem sei o nome, por que mal consegui colocar a mão nela. Na verdade nem é sobre ela que eu vou falar, mas sobre não ter conseguido chegar até ela pra trabalhar.

Faz 2 anos que eu trabalho na maternidade.
1 ano e 5 meses que entro no centro cirúrgico e de repente uma pessoa do setor, resolveu que eu tenho que pedir permissão pra fazer as coisas.
Ela sempre soube que eu ia lá, imaginei que soubesse do que se tratava meu trabalho e por onde eu andava.
Ela nunca ficou de noite, nem mesmo pra trocar meia dúzia de palavras comigo, então até no centro cirúrgico ela foi atrás de mim, pra saber quem tinha deixado eu entrar.
Detalhe: tem uma senha pra ser digitada na porta do CC. E eu estava lá dentro, logo, tenho a senha! Acho que isso prova que alguém me deu permissão pra entrar, não?
Agora pense... Estou lá, trabalhando e quero sugerir pra mulher, uma mudança de posição. Pára tudo, sai da sala, acha a dita cuja e pede permissão. Me diz se tem cabimento?
Enfim, eu fiquei um pouco incomodada, mas no fim das contas, decidi que vou ficar na minha, fazendo tudo o que sempre fiz. Se ela estiver por perto, eu aviso, peço, imploro. Se não, sigo meu caminho.

Bom, foi por isso que eu não consegui trabalhar com a mulher que eu nem sei o nome. Ela ficou O TEMPO TODO na sala, segurando a mão da mulher e se colocando como um obstáculo... E a atuação foi, sei lá... Dêem um nome: 2 toques em menos de 20 minutos, ordem de puxo, de não grite, bolsa rompida artificialmente, negativa pra o banho e entrada precoce no CC.
E o pior: outras pessoas do setor disseram que ela nunca fica na sala do TP...

Não gosto de falar mal. Mas fiquei mesmo, muito P... da vida. Vou ali tomar um copo de água e já volto.

ps. Depois conto das outras duas...

M., risadinha. Acho que nunca vou me esquecer desta moça. Ela era muito jovem e estava internada há uns dias já. O TP dela não começava, apesar dos litros de soro que tomou. E ela viu passar muita das parturientes dos últimos dias. E ela ria. Ela ria muito, de tudo. Muito engraçada... A gente conversou demais e rimos muito juntas!
Enfim, quando ao ocitocina finalmente fez efeito, as coisas andaram muito rápido pra ela. E ela parou de rir.
Como nós ficamos o dia inteiro juntas, ela se agarrou em mim como se eu fosse uma velha amiga e foi muito bom! Ela gemia, se mexia, acocorava, ajoelhava no chão. Estava muito entregue ao TP.
Não demorou muito pra ela começar a fazer força, sem ordens, instintivamente, respeitando os puxos. Ela foi levada ao CC e eu fui junto. O expulsivo não foi rápido como a evolução, mas ela não teve epsio.

A E. assistia o desenrolar do TP da risadinha, meio apreenssiva e querendo censurar, como se dar risada nesta hora, fosse inadequado. Ela estava no início do TP, com 2cm de dilatação, mas com contrações irregulares. Tomou banho, ficou com a mãe e deitou pra descansar, já que as suas contrações permitiam.
Eu passei toda a orientação que pude e vim embora, não pude ficar até o nascimento do bebê.

1 de outubro de 2008

07/07/06

Duas L!

L. e C.
PN difícil, sem epsio e sem laceração.

L. e bb.
Menina, sogra, sem dinâmica, cesariana?

C. na saída.

Como vêem, não lembro o que aconteceu neste dia...

16/06/06

Sem TP’s...

Foram 3 nascimentos durante todo o dia e eu não peguei nenhum...
Também não fiquei muito lá, por que não tinha o que fazer.
Tô pensando seriamente em começar a ir de manhã pra lá, assim consigo acompanhar todos os TP’s do dia...

18/04/06

Um pouco da minha rotina.

Eu chego na Santa Casa, passo na lanchonete e tomo um suco ou como alguma coisa. Depende do horário e da minha fome.
Depois vou para a maternidade, cumprimento o pessoal da equipe, dou uma olhada nos prontuários pra saber como estão as mulheres em TP e vou para a sala.
Apresento-me a todas, explico quem eu sou e o que eu faço ali. Isso só é possível quando elas estão todas em fase latente, ou se conseguem prestar alguma atenção em mim. Em geral, elas ficam aliviadas de saber que alguém vai acompanhá-las durante o processo.
Gosto de conversar um pouco, saber das expectativas, como foram partos anteriores, o quanto elas sabem sobre o que está acontecendo, quais foram as explicações que a equipe do hospital deu pra elas e tal.
Normalmente eu fico com a mulher que está em estágio mais avançado do TP ou com a que está precisando mais (sentindo mais dor), não raro a mais avançada é a mais dolorida...
Aproveito para explicar algumas coisas para as acompanhantes e em geral, elas acabam aceitando as dicas que eu dou e ajudam a parturiente também.
O clima na sala de TP, normamente é tenso. Percebo que com as explicações todos ficam mais tranqüilo, mais participativos. Apesar do momento ser sério e exigir concentração, muitas vezes damos boas risadas juntos, por que é natural que assuntos relativos a vida de todos apareçam. De forma geral, todo mundo consegue perceber o momento certo de calar.
Saio com elas para andar nos corredores, faço exercícios de quadril, agachamento, levo para o banho, aplico massagens, faço elas sentarem na bola e movimentarem o corpo. O que elas quiserem fazer, sempre oferecendo várias alternativas e respeitando o desejo delas também.
Levo uns hidratantes que ajudam a mão a deslizar melhor na pele durante a massagem, uso um relógio para contar as contrações e explicar pra elas a regularidade das dores e o desenrolar do processo, levo livros com fotos de parto e de TPs acompanhados por doulas e mostro para a acompanhante.
Quando chega a hora de ir para o CC, eu ajudo a colocar a mulher na maca, levo-a até a porta do centro cirúrgico junto com a enfermeira e vou me trocar. Para entrar no CC, preciso colocar uma roupa especial, touca, máscara e sapatinho.
Normalmente eu fico ao lado da mesa, falando palavras de encorajamento, segurando a mão da mulher e ajudando-a a erguer a cabeça quando ela sente vontade de fazer força. Nos últimos atendimentos, eu coloquei a almofada triangular pra ajudar a erguer o tronco e me posicionei atrás da mesa.
Depois que o bebê nasce, eu vou explicando o que a equipe da pediatria está fazendo com ele. Ou explico pra ela o que o médico está fazendo com ela: suturando epsiotomia ou laceração, esperando a placenta sair, etc.
Quando o bebê é levado para o berçário, eu saio do centro cirúrgico e vou ver o banho, junto com a família. Nesta hora, todo mundo está preocupado com o bebê, mas sempre lembram de perguntar da mãe, como ela se saiu no parto, se está bem , etc.
Em geral, eu volto para a sala de TP, para acompanhar a próxima mulher.
Quando elas voltam para o quarto, eu vou até elas para saber como estão, como sentiram o processo, etc. Quase 100% das vezes, elas estão bem, estão felizes e agradecem a companhia. Que eu me lembre só teve uma mulher que não estava achando graça nenhuma na experiência que viveu e sequer me olhou depois... Mas eu não acho isso ruim, eu respeito o sentimento delas, por que a experiência do parto é muito forte, não dá pra saber o que vai pela cabeça delas nesta hora....
Às vezes, eu ajudo no atendimento das consultas. Os médicos não devem ficar sozinhos com as mulheres na sala de consulta, então eu fico junto.
Quando está tudo tranqüilo, sem TPs, eu passo nos quartos e vejo se está tudo bem com as mulheres, se elas tem dúvidas sobre a amamentação, se o bebê está bem...
Raramente eu vou embora deixando uma mulher em TP pra trás. Eu costumo ficar até que todos os bebês nasçam e o mais tarde que eu saí de lá, foi 3 horas da manhã.
No caminho de volta (a pé, moro na mesma rua), vou avaliando pontos positivos e negativos, pensando no que vou escrever no blog. E vou sentindo também o cansaço do corpo, costas e braços doloridos, muitas vezes as pernas também.
Quando chego em casa, é minha vez de receber uma massagem....

10/03/06

Denise e Giovana
Bárbara
Priscila e Enzo
Ivone e Maria Vitória

17/02/06 - 24/02/06 - 03/03/06

9 Tp's nesses dias.
Mas eu não escrevi sobre eles.

3 de maio de 2008

25/11/05

Cadê o GO?

O médico do plantão da sexta não foi hoje, confesso que isso me desestimula bastante, por que outros médicos não conhecem a minha função e me olham com uma cara estranha, como se voluntárias fosse só as velhinhas da rua da casa da mãe deles....

Além disso, na ausência dele, o número de cesáreas aumenta consideravelmente e eu não tenho estômago pra isso (não pra cesárea, mas para a conduta).

Acabou que eu não fiquei lá. Vim pra casa, curtir meu filhote que estava particularmente engraçado hoje!

11/11/05

Muitas consultas, nenhum TP!

A maternidade estava lotada, uma confusão de pacientes, médicos e estagiários, mal dava pra andar! Mas não tinha nenhuma mulher no TP. Só consultas!

A teoria do Dr. J. se confirma: em dias quentes, a maternidade fica cheia de grávidas com menos de 38 semanas. Qualquer sintoma, mesmo que não relativo ao trabalho de parto, é motivo para que elas saiam de casa pra uma consulta. O frio inibe este tipo de reação impulsiva.

Fiquei lá no meio da bagunça, acabei ajudando em assuntos administrativos pela primeira vez. Quando a situação acalmou um pouco, fiz umas internações, arrumei cama, ajudei duas grávidas a se acomodarem, tomar banho, pedi comida pra elas, essas coisas....

Depois, fiquei no berçário com a Dr. Maria Cristina (pediatra, do meu filho inclusive), auxiliando o atendimento dela á uma mãe que estava com problemas na amamentação. Quando ela foi embora, segui para o quarto com a mulher e lá fiquei até a hora de ir embora. Rendeu uma boa conversa sobre amamentação (e no quarto tinha mais 3 recém paridas).

7 de fevereiro de 2008

06/05/05

Esta semana a maternidade estava vazia.

Nenhuma mulher no TP e meia dúzia de pós parto, todas enroladinhas em seus cobertores e tirando uma soneca (está fazendo frio aqui!) Ainda insisti em ajudar em alguma tarefa administrativa, mas devido ao baixo movimento, nem isso tinha pra fazer. Fiquei lá por quase 1 hora e acabei vindo embora pra casa.

4 de fevereiro de 2008

26/01/05

Os primeiros TPs.

Não teve sessão de musicoterapia, por falta de paciente, mas fiquei 2 horas conversando com a musicoterapeuta.

Depois desci pra maternidade, me apresentei no posto de enfermagem e perguntei se havia algo pra fazer. Me disseram pra ir até a sala de pré parto conversar com as “mãezinhas” que estavam lá.
Eram 3 mulheres em TP, estavam com a mesma dilatação (2cm), embora estivessem no hospital por tempos diferentes. Uma desde segunda feira, uma desde às 10 da manhã e outra desde às 13 horas. Quando eu cheguei, passava um pouco das 18 horas. Quando eu saí, um bebê já tinha nascido, outra mulher tinha ido pro CC e a outra estava com 8cm.
Elas foram bem receptivas às minhas dicas e nós conversamos bastante.

21/01/05

2º sessão de Musicoterapia.

Quando cheguei a Patrícia, musicoterapeuta, já havia feito uma pré-selecionada nos pacientes que poderiam participar da sessão. Mas como o setor é muito dinâmico, da manhã para a tarde tinha mudado tudo e muitos pacientes tinham recebido de alta, outros entraram, outros estavam em cirurgia. Consegui levar para a sessão somente 4 rapazes, todos com a perna fraturada em acidente de trânsito.

Dinâmica de grupo com homens, não é a coisa mais fácil do mundo de se fazer. Quando eles são jovens demais e estão acidentados num hospital, é praticamente impossível! Brincadeira!
Rendeu até... Foi bem legal!

Depois da sessão, eu subi na sala da Patrícia pra trocar umas idéias e ela disse que tem usado a musicoterapia com parturientes, puérperas com depressão e bebês recém nascidos.
Conversaremos mais na próxima semana.

19/01/05

Volto para o voluntariado hoje.

Começo fazendo a Busca Ativa na ala São Roque, que é onde estão os pacientes acidentados, motoqueiros de pernas quebradas, na maioria, e os levo para a Musicoterapia.
Devo acompanha-los até lá e participar da sessão, pra depois leva-los de volta ao quarto.
A sessão dura cerca de 2 horas e como o tempo de permanência é de 4 horas, vou utilizar as horas restantes na Maternidade, falando de amamentação com as mães que estão esperando pela alta.

Dezembro de 2003 a Dezembro de 2004.

Pedro nasceu em 9 de Dezembro de 2003, de uma cesárea desnecessária após TP latente, com mais de 24 horas com bolsa rota.
A adaptação aos primeiros meses dele, a revolta por ter sido cortada, a elaboração de tudo isso, a dificuldade em lidar com sentimentos ambíguos, me levaram a deixar o voluntariado de lado por um ano.
Voltei ainda tentando elaborar, mas com a certeza de que ver a realidade de perto, ia me deixar muito mais tranqula com relação ao meu papel e aos motivos pelos quais eu precisei passar por aquela experiência.
Parece muito sofrido e foi. Só entende quem desejava o parto como eu.
Hoje (escrevo isso mais de 4 anos depois, grávida pela segunda vez), meu coração aceita o que aconteceu com muito mais tranquilidade, entendendo porquês e dando novos significados. Foi muito importante ter retomado o voluntariado, e a partir de agora eu conto como as coisas se desenrolaram...

15 de Novembro de 2003. - Primeiro contato.

Fui pra Santa Casa.
Como a barriga me impede de fazer muito esforço, fiquei na Casa do Voluntário arrumando os armários. Lá tem um monte de roupas que foram doadas, mas que não podem ser repassadas, por que estavam jogadas de qualquer jeito, sujas até, roupas de bebê misturadas com roupas de adulto, sapato, uma bagunça! Não arrumei nem a metade, mas já foi um começo. Tem MUITA coisa!

O Caco ia me buscar à 1 hora, mas eu terminei o que tinha pra fazer meio dia, então fui pro hospital (é do lado) e fiquei no TP com 3 mulheres. Conversamos pra caramba, elas perguntaram coisas que não sabiam sobre os procedimentos do parto e com o bebê.

Uma delas estava lá desde as 10 horas da manhã do dia anterior, a outra desde às 10 da noite e a 3ª, desde às 7 da manhã. Todas estavam bem tranqüilas, apesar de sozinhas e de terem se queixado que o médico não dava nenhuma informação sobre a progressão delas.

Dei uma xeretada nos prontuários e elas estavam evoluindo devagar, mas dei a maior importância pra isso quando falei com elas. A vantagem é que nenhuma estava com soro, nem com monitoração. Então, depois de conversarmos sobre a progressão do TP delas, aconselhei que não ficassem ali, que fossem andar, rebolar, que tomassem um banho, não ficassem o tempo todo deitadas, se ajudassem massageando umas às outras, etc. E lá foram elas, perambular pelos corredores.

Uma delas, a que estava lá desde as 10 da manhã do dia anterior, não estava com dilatação, li no prontuário a seguinte anotação: internação para indução. Não comentei nada com ela, nem perguntei o por quê dessa anotação pra enfermagem e fiquei curiosa...se era pra induzir, por que não tinham feito ainda?

Elas almoçaram enquanto eu estava lá e eu aproveitei pra contar que nem sempre é assim...sei lá, de repente alguns pequenos detalhes podem fazer com que elas se lembrem daqueles momentos com mais ternura do que a maioria das mulheres. Sentir fome durante o TP não deve ser nada agradável.

No mais, vários babys! Que eu só fiquei olhando de longe!
Em outubro, foram 150 nascimentos na casa!

07 de Novembro de 2003. - Formatura do Voluntariado.

Cada formando pôde levar 3 convidados.
Meus convidados foram: Carlos, Washington e Renata.
Teve uma solenidade e depois um coquetel!
Foi muito bonito!
A turma toda super feliz (somos 25)!
Saímos até no jornal!
Depois, nós fomos comer uma pizza!

16 de Outubro de 2003. - Estágio na ala pediátrica da Santa Casa.

Só observação.
Deu pra conversar com algumas mães...criança em hospital, é barra, né?
Depois ficamos fazendo bolinha de algodão na sala de recreação e participamos de uma palestra com a Central de Doação de Órgão do Paraná.
Nada a ver com doulagem, mas muito esclarecedor.

Outubro de 2003.

Fui buscar o programa da semana de amamentação na Santa Casa e encontrei na sala, conversando com a assistente social, a dentista que deu palestra no curso de gestante da clínica da minha obstetra.

Ela é muito bacana e super voltada para questões de humanização. A favor de parto normal, MUITO a favor de amamentação, etc.
Elas estavam acertando alguns detalhes sobre futura atuação da dentista como voluntária. O objetivo dela é orientar os profissionais que lidam diretamente com as gestantes, mães de recém nascidos e de crianças da ala pediátrica, sobre a higiene bucal.

Conversamos bastante (eu de intrometida, que só fui buscar o programa e acabei ficando...) e surgiu a idéia de formarmos um grupo com pessoas que tenha interesse nos assuntos que envolvem gestantes e bebês....além de reformular o grupo que dá palestras sobre aleitamento materno, dentro do hospital (o mesmo que eu fiz em abril).