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17 de janeiro de 2011

Fórmula para reduzir as dores do parto normal.

Técnica busca mais conforto para a mãe, criando um ambiente acolhedor dentro de banheira.

Andrea e o marido Luis Silva, com a pequena Alice:
emoção além das expectativas
Gerar uma vida é um ato tão natural quanto o parto normal, temido por grande parte das gestantes. Dados do governo federal apontam que 80% dos partos realizados por planos de saúde no País são de cesariana, apesar de o normal ser considerado mais seguro tanto para mãe quanto para bebês. Técnicas vêm sendo aprimoradas para dar maior conforto à mulher. Uma das mais conhecidas hoje é a de Leboyer.

A técnica, criada pelo médico francês Frédérick Leboyer, é caracterizada pelo uso de pouca luz, silêncio, ausência da famosa palmada para fazer o bebê chorar e mais: a criança chega ao mundo como já estava habituada no útero materno, dentro da água.
O casal de artistas circenses Andrea de Barros Pimenta e Silva, 32 anos, e Luis Henrique Silva, 36, buscou na técnica a tranquilidade para um parto normal e, principalmente, benefícios para a pequena Alice, que nasceu no último dia 22. ''Não tem adjetivos para explicar como nos sentimos naquele momento'', lembra o pai que esteve o tempo todo presente, inclusive dentro da banheira junto de Andrea.

Redução de riscos
O ginecologista e obstetra Alessandro Galleto já realizou mais de 5 mil partos normais nos lugares mais inusitados: corredor, dentro de carro, na cadeira, dentro de banheira inflável, na cama etc. Para ele, a mulher é quem deve decidir o melhor lugar e posição para ter o filho e a ausência de intervenção médica ajuda ainda mais no processo. ''Uma cesariana você faz em 20 minutos, já um parto normal leva em torno de 18, 20 horas. Optar por fazer um parto normal tem muito a ver com a atitude do médico de se dispor a fazer ou não aquilo que pode ser melhor para a paciente'', comenta.
Galletto lembra que o papel do obstetra é diminuir os riscos e intervir somente quando necessário. Segundo ele, a mulher consegue realizar 90% do parto sozinha e só é necessário a intercorrência médica em 10% a 15% das vezes. ''A medicina transformou o parto - que é um evento fisiológico e natural - em uma 'patologia'. Estimular o parto normal é uma questão de conhecimento, habilidade e atitude e o que muda aqui é a atitude de não interferir e de deixar acontecer fisiologicamente algo que já é normal'', diz.
No parto Leboyer, o acompanhante participa de todo o procedimento desde o início. Além disso, a mulher tem a liberdade de caminhar pelo quarto, entrar na banheira e relaxar até que sinta que seja a hora do nascimento do bebê.
Dia 22 de dezembro o Hospital Evangélico, em Londrina, inaugurou a nova ala com estrutura para a realização do parto Leboyer com o nascimento da pequena Alice. Andrea chegou a passar quatro horas na água com o parceiro e o médico ao lado da banheira, conversando e se sentindo cada vez mais a vontade com o clima que favoreceu um parto com sucesso.
''Quando não atrapalhamos o parto acontece de forma mais natural e mais fácil. Quando há muita interferência, muitas vezes, acabamos arrumando problemas que não existem. Hoje há muitas situações como hipertensão, feto grande ou feto pélvico (sentado), em que as mulheres já são encaminhadas para cesariana, mas ainda essas condições não são contraindicações absolutas para se evitar o parto normal'', finaliza.
O atendimento em Londrina é feito inclusive pelo Sistema Único de Saúde (SUS), desde que a mulher esteja em condições favoráveis e o médico que a acompanhou no pré-natal aceite fazer o procedimento.

Fonte:

23 de abril de 2009

20/03/07

Cursinho para gestantes da Unimed.
Acompanhei o GO no cursinho de gestantes da Unimed.
Era pra eu ter me apresentado, mas ele estava tão empolgado que ultrapassou o tempo destinado à aula sobre parto. Mas ele falou do trabalho das doulas e mencionou meu nome também. Deixei cartões meus e marcadores da parto do Princípio para todas elas.

Boas notícias: o discurso dele é impecável. Sinto até uma ponta de orgulho ao ouvir... E ele ainda é muito engraçado, professor de cursinho, sabem como é?

1 de outubro de 2008

14/04/06

Voltando ao trabalho...

Antes de eu sair de casa, Caco pediu que eu não demorasse, pois tinha um serviço pra terminar e precisava que eu ficasse com Pedro. Prometi voltar cedo....

Chegando lá, M. e A. no TP., mas M. numa boa e A., com soro, em TP avançado. Primeiro bebê, estava com a mãe, deitada de barriga pra cima, se contorcendo. A primeira coisa que eu fiz foi ligar o ventilador (vê se pode uma coisa dessa...), depois cheguei nela e convidei-a para um banho. Ela foi e aproveitou bem.
Depois não deitou mais, ficou de pé rebolando comigo, agachando, permanecendo de cócoras e prestando atenção nas contrações. Ela chegou a 10 rapidinho, mas o bebê demorou bastante pra descer. Quando faltava pouco pra descer, ela preferiu ficar ajoelhada na cama, escorando em mim durante as contrações. Nos intervalos, ela olhava pra mim, com aquele olhar distante e às vezes dizia que não ia conseguir, que queria desistir.
A mãe ficou ali do lado, agradecendo e incentivando, trazendo água e fazendo perguntas pra mim nos intervalos das contrações.
Quando decidiram que já era hora de ir para o CC, o cabelinho da T. já aparecia através da vulva.
Eu pedi (e o GO aceitou) para levar uma almofada triangular pro CC, pra colocar na mesa e assim elevar o tronco das parturientes durante o expulsivo. Além de facilitar a vida delas na hora de fazer força, ainda possibilita que elas tenham maior visibilidade quando o neném sai. Eu me coloquei atrás da almofada e fiquei ali, incentivando.
O enfermeiro que estava no CC nunca tinha me visto (é sempre uma senhora, que hoje não estava) e ele perguntou: quem é essa pessoa na cabeceira da mesa? O residente disse: é a doula. E ficou por isso mesmo. Imagino que o enfermeiro nem desconfie o que seja isso...
O expulsivo foi rápido, ela não teve epsiotomia, mas levou um pontinho. O bebê nasceu bem e ficou cerca de 10 minutos no colo dela até a pediatra levar pro berçário.

Voltando para o quarto, continuava a M. sem sentir dores... Era o terceiro filho dela, os dois primeiros nasceram de PN. Todos estranhavam o fato de o TP dela não engrenar. Ela estava com soro, já era a segunda bomba e nada. O residente decidiu estourar a bolsa dela e aí o TP engrenou.
Ela passou o TP todo na cama, sentada, perna de borboleta, balançando pra frente na contração. A evolução foi rápida depois disso. O expulsivo foi demorado e o bebê nasceu com Síndrome de Down. Aparentemente, ela não sabia...

Os dois bebês nasceram antes das 21h e um pouco depois, uma nova mulher foi admitida. Eu cheguei a ligar pro Caco pra saber se eu precisava mesmo voltar, por que se eu começasse a acompanha-la, teria que ficar até o final. E isso poderia durar umas longas horas....

Primípara, solteira e com 32 anos, a AP. me pareceu estar totalmente desconfortável no papel que exercia naquele momento. Ela se segurava toda durante as contrações, parecia que trabalhava contra o próprio corpo. Ela me surpreendeu muito, por que o comportamento dela é observado em TPs longos e sofridos, onde a mulher não faz muita coisa pra ajudar no processo. Mas o dela foi muito rápido. Em menos de 2 horas ela tinha dilatação total e o expulsivo foi super rápido também.
Depois, quando ela já estava de volta pro quarto, fui conversar com ela, falar da experiência e de coisas que nem deu tempo antes e ela ficou surpresa de saber que o TP dela foi rápido.

Curiosidade:
Todas as pessoas da equipe do hospital que entraram na sala de TP, me cumprimentaram, me chamando pelo nome.

3 de maio de 2008

01/12/05

Ele voltou!

E hoje o bicho pegou na maternidade!
Tínhamos apenas um TP, mas de uma gestante cuja pressão estava nas alturas e não cedia de jeito nenhum! Eu queria ficar com ela, mas a maternidade estava lotada de barrigudas para passarem por consulta o GO estava sozinho, outros médicos e os residentes foram para uma formatura. Não sei se pela falta de acompanhamento ou se ela era assim mesmo, mas a moça me tirou do sério. Ela era muito ranzinza e não levava as orientações que recebia a sério. Nossos santos não bateram!

Hoje teve de tudo!
-mulher grávida do 6º filho, idade avançada e fumante, em TP de 35 semanas;
-adolescente desesperada querendo cesárea;
-mulher cujo marido estava viajando e ela foi ao hospital por que estava com medo de entrar em TP estando sozinha em casa;
-mulher com mastite em fase avançada, ficou internada para fazer drenagem;
-mulher com herpes ativo e bolsa rota, ficou internada, mas não sei qual foi o procedimento com ela;
-adolescente grávida do 2º filho, em estado de quase coma alcoólico;
-comida mexicana!
Calma, eu explico!

O GO sempre pede alguma coisa pra gente comer, geralmente é pizza! Mas na outra semana, eu sugeri que ele variasse o cardápio e ele optou pela comida mexicana... Acertou na mosca! Uma delícia!

Bom, hoje eu fiquei o tempo todo com ele. E ele disse que se fosse mágico, ia querer que eu fosse a assistente dele... hehe
Também disse que ficou muito surpreso e feliz com o fato de eu ter dedicado tanto tempo pra orientar duas meninas e convencê-las de que elas deviam voltar para casa, dando informações e segurança o suficiente para que elas esperassem em casa o início efetivo dos trabalhos de parto.

Eu não gosto muito de comentar este tipo de coisa, mas acho que estou mesmo ganhando espaço e a confiança dele.
O W. não é um médico humanizado daqueles que a gente tem como modelo, mas ele também não é um médico como os outros. Eu acho que ele está no caminho de descobrir que quer ser melhor do que foi ensinado a ser... E eu também tenho a impressão de que estar presente nos plantões dele, tem feito ele olhar para o trabalho que ele realiza com outros olhos. Ali, tem solo fértil e eu espero que um dia a gente possa fazer uma parceria de muito sucesso.

18/11/05

Um TP inspirador, o parto nem tanto.

Quando eu cheguei quase às 19h, a E. dividia a sala de TP com a M.

Ela estava acompanhada da mãe que era um misto de angústia e felicidade, apoio e apreensão. O toque havia sido feito a pouco, 7cm e a E. tinha acabado de sair do banho, que foi tomado com a intenção de aliviar o calor e não de ajudar no TP. Ela estava deitada, sem soro e tendo contrações ritmadas.

A mãe sai do quarto pra trocar de lugar com a nora. Enquanto ela não chega, eu aproveito pra conversar com a E. Explico o meu papel e o que eu acho que ela deve fazer para que as dores fiquem mais suportáveis, falo das posições, das massagens e do quanto o TP depende dela, etc.

Eis uma das mulheres em TP no voluntariado mais receptivas de todos os tempos. Ela estava sentindo muita dor, uma enorme vontade de gritar e se mexer, mas estava com medo. Não precisou de muito incentivo para mudar tudo.

A cunhada entra e fica ao nosso lado, segurando a outra mão da E., nos ajudando nos movimentos, etc. Ela sentou, ergueu as pernas, fez posição de borboleta, saiu da cama, caminhou, rebolou, agachou, gritou, gemeu, descansou, permitiu massagem, etc, etc. Ela fez tudo o que pôde!

Num determinado momento o residente entra no TP e diz: -Não grita, não! Gritar prende o bebê! E quando ele saiu eu disse: -Faça o que te der a cabeça, só não se desespere, seu corpo sabe como deve agir... Não é uma questão de querer ir contra o médico, mas queria ver se fosse com ele... Se ele ia querer gritar, gemer ou ficar calado.

Menos de uma hora depois, ela estava com dilatação completa. Neste toque, estávamos eu, a mãe, o médico e o residente. Fizemos festa pra ela, parabenizando o esforço e explicando os próximos passos. O médico pede à enfermeira que a leve ao CC e me pergunta se eu quero ir. Hum... mudanças! Nem foi preciso pedir!

É claro que eu fui! De novo temos uma mulher deitada de barriga para cima, pernas no estribo, o residente falando pra fazer força e querendo cortar (o médico mandando esperar, mas ela não escapou da epsiotomia), o médico pressiona a barriga dela, não chega a ser um Kristeller, o residente não pára de mexer na vulva dela, como que alargando a saída. Isso me incomoda muito, dá muita vontade de falar pra ele parar, pra tirar a mão!

Nasce o JP. Um bebê bem grande, já cheio de dobras. Tudo bem com ele, fazem os procedimentos de rotina (aspirar vias, limpar, etc), enrolam o pequeno num pano e trazem pra E. ver, ela dá um beijo nele, conversa e a pediatra já ia saindo quando eu disse:

-Ele não pode ficar um pouco mais? Posso colocar o bebê no peito dela? A pediatra olha pro médico, ele consente e ela me pede para levar o bebê ao berçário depois, por que ela não pode esperar.

O que acontece é que a UTI neonatal fica em outro andar e a pediatra vem de lá para atender os partos. Então ela não pode ficar. O JP. ficou uns 20 minutos com a mãe. Ergui a roupa dela e o coloquei deitado próximo ao seio. Ele não mamou, mas ficou lá sendo babado pela mãe. Aproveitei e falei um pouco (bem pouco mesmo) sobre vínculo e amamentação com ela.

A enfermeira do CC comenta que este é o verdadeiro parto humanizado! Mordo a língua pra não responder. Falta tanto ainda.... mas tudo bem, um passo de cada vez.

Depois levei o bebê pro berçário, onde ele tomou banho, vacinas, foi trocado e admirado pela família, e voltei pro CC. A expulsão da placenta demorou bastante, ela precisou tomar ocitocina pra ajudar e depois que eu saí do CC, ela teve uma enorme queda de pressão e uma pequena hemorragia.


A maternidade estava cheia hoje e muitas mulheres passaram por consulta. Acho que não comentei aqui, mas quando o médico entra na sala com elas, precisa haver outra mulher e quase sempre sou eu. Também passei nos quartos para a tradicional conversinha do peito com uma ou outra mãe.

Ah! Hoje tinha uma menininha japonesa, coisa mais fofa! O cabelo dela era pretinho e espetado, como os dos bebês orientais, só que tinha as pontas bem claras! Parecia que ela tinha feito luzes! Pode?

7 de fevereiro de 2008

06/04/05

Noite sem lua.

Hoje reinou a calmaria!
D. estava sozinha no TP, bastante amuada, logo se abriu comigo e desabafou. Internada desde ás 9 da manhã, o trabalho de parto dela parou e o hospital negou a entrada dos familiares na hora da visita da tarde, alegando que mulher em TP não recebe visita.
Ora! Se ela estava sozinha e o TP estacionado, que mal havia? Eles foram embora sem saber nada sobre ela e sem deixar as malas. A menina estava cansada e não tinha sequer uma toalha pra tomar banho.
Descolei uma toalha do hospital, uma camisola limpa e mais fresca e um sabonete. Ela tomou um banho longo e penteou os cabelos. Parecia outra quando saiu do banheiro.
Começamos a conversar: 40 semanas, primeiro filho, 3cm na admissão (encaminhada pelo médico do postinho), questionamentos sobre a necessidade de estar ali e do por que estar abandonada...ninguém falava nada, ninguém tinha respostas....
Expliquei pra ela os procedimentos do hospital, que esta é a forma que os médicos tem de se resguardar e que apesar dela estar bem, dificilmente seria liberada. Com o tempo, fui mostrando que ela poderia muito bem estar em casa, mas que encanar com isso agora, poderia ser ainda pior pra evolução do TP, que o mais recomendado era ela tentar relaxar, aproveitar que não estava com dor pra tentar dormir ou qualquer coisas assim.
Dei a idéia de telefonar para casa. Veja como é estar no hospital...pq será que ela não pensou nisso antes? Ela conversou com o pai, chorou um pouco e ele também. Quando perguntou pelo marido, a surpresa: ele estava na porta do hospital.
Fui até lá e expliquei a situação pra ele. Ele foi até a casa deles e trouxe as malas, chinelo, etc... Voltou com a mãe á tira colo.
Levei a D. até a recepção e pedi pro recepcionista deixar os dois entrarem só um pouco, já que tinham perdido a oportunidade na hora da visita. Eles ficaram uns 15 minutos conversando e foi muito bom pra ela.
Voltamos para o quarto e o médico veio ver como ela estava. Os mesmo 3cm e a perspectiva: ficar internada até a manhã seguinte, se não evoluísse, eles induziriam com soro. Quando o médico saiu, expliquei o por que disso e o que poderia acontecer. Ela ficou chateada, por que queria mesmo era ir embora, mas não tinha muito o que fazer. Então a D. ficou lá no quarto comigo, jogando conversa fora, até a R. chegar.

R., 34 anos, primípara, uma negra linda e forte.
Ela estava acompanhada da sogra e em nenhum momento pediram pra ela se retirar. Comentei com elas que isso era bastante incomum, mas passou pela minha cabeça a tal lei que garante o direito à acompanhante, que foi aprovada esses dias. Provavelmente o hospital não divulga, mas também não está barrando ninguém. Preciso checar!
A sogra disse que elas chegaram à 5 da tarde, mas eu não as vi até o momento em que ela veio para o quarto, às 8 da noite. No prontuário dizia: 1 polpa, ou seja, 1 centímetro.
A R., estava com dores fortes, mas muito concentrada no TP e receptiva às minhas palavras. Logo que chegou, ela tomou um banho. Tentou andar, rebolar, apoiar-se em mim, agachar, etc.... E o que fez diferença pra ela, foi ficar de joelhos em cima da cama, com as pernas abertas e o corpo inclinado pra frente. Quando vinha a contração, ela pedia massagem.
Uma hora e vinte minutos depois o médico veio fazer o toque nela e pasmem: 8cm de dilatação. Ficamos TODOS de boca aberta. O médico fez um monte de elogios pra ela e antes de sair do quarto, me viu massagear as costas dela durante uma contração. Ele ficou lá parado, olhando... Quando passou, ele perguntou pra ela: isso ajuda? Estas mãos te ajudam? E ela respondeu: Ô! O doutor nem imagina! Ele me olhou sorrindo e me deu uma piscada!!
Daí pra frente, ela ficou deitada de lado e recebendo massagem a cada contração. Em meia hora dilatou o que restava e foi para o CC.
Saí de lá às 22:10 e o G. já tinha tomado banho e estava no berço aquecido.

Ah! No quarto do lado tinha umas gestantes. Elas não estavam em TP, mas em tratamento clínico. Algumas com pressão alta, outra com TP precoce. De repente, uma correria. Uma das meninas estava com prolapso de cordão e foi rapidamente encaminhada pro CC. Ela fez uma cesárea e o bebê nasceu nem problemas.

19 de maio de 2006

Nenhum TP, frio e chuva.

Hoje foi mais um dia para conversas esclarecedoras e empolgantes com o GO.
E também foi dia de ter certeza que tem uma enfermeira que me odeia, com todas as suas forças...