O Grupo GestaParaná está participando do desafio do ChangeMakers: Paciente/Escolhas/Autonomia.
O desafio premia soluções inovadoras e pessoas com perfil de mudança social.
Nossa inscrição está na competição sobre Autonomia dos Pacientes nas Escolhas do Tratamento Médico, ou seja TUDO A VER com o Protagonismo no Parto.
Entrem no site do Changemakers, façam um cadastro, leiam a inscrição do GestaParaná http://www.changemakers.com/node/88648 e façam comentários, elogios, perguntas a serem respondidas por mim.
Quanto mais comentários, mais em evidência fica a inscrição e maiores as chances de sermos escolhidos como finalistas!
Divulguem para todas as pessoas que você conhece e que se importam com as questões da Humanização do Nascimento, seja para seus contatos pessoais, seja para listas de discussão, no Orkut, Twiter, blogs e afins!
Temos 18 dias para deixar o GestaParaná em evidência!
Colaborem!
bjs
Pata
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30 de outubro de 2010
6 de outubro de 2010
Novas Perspectivas na Atenção ao Nascimento
Evento imperdível em Londrina!
Começa na quinta (07/10) de noite e segue com um dia interinho (08/10) de palestras sobre a prática no atendimento humanizado.
http://www.atencaoaonascer-pr.blogspot.com/
E o final de semana segue animado em Londrina: 1º Curso de Doulas da região, ministrado pela ANDO.
http://www.doulando.blogspot.com/
Eu vou até lá! Claro!
Começa na quinta (07/10) de noite e segue com um dia interinho (08/10) de palestras sobre a prática no atendimento humanizado.
http://www.atencaoaonascer-pr.blogspot.com/
E o final de semana segue animado em Londrina: 1º Curso de Doulas da região, ministrado pela ANDO.
http://www.doulando.blogspot.com/
Eu vou até lá! Claro!
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4 de outubro de 2010
Entrevista da Thelma na Rádio UEL - 04/10/2010
Que cultura é essa, a nossa, de tratar o nascimento como risco? Por que somos o segundo país da América Latina com maior número de cesarianas?
A primeira edição do Modos de Vida traz um bate-papo com a enfermeira obstetra e coordenadora do grupo de grávidas Gesta Londrina, Thelma Malagutti Sodré.
Ela esclarece essas e outras questões. E também traz informações sobre o I Fórum Paranaense sobre Novas Perspectivas de Atenção ao Nascimento, nos dias 7 e 8, no Hospital Universitário.
Thelma repercute ainda a fala, gravada, da jornalista Ana Carolina Arruda Franzon, uma das fundadoras do GestaLondrina, que compartilhou na rádio sua experiência de ser mãe.
Ouça a entrevista no site da Rádio UEL: http://www.uelfm.uel.br/arquivo.php?id=5318 ou no menu à direita do blog.
A primeira edição do Modos de Vida traz um bate-papo com a enfermeira obstetra e coordenadora do grupo de grávidas Gesta Londrina, Thelma Malagutti Sodré.
Ela esclarece essas e outras questões. E também traz informações sobre o I Fórum Paranaense sobre Novas Perspectivas de Atenção ao Nascimento, nos dias 7 e 8, no Hospital Universitário.
Thelma repercute ainda a fala, gravada, da jornalista Ana Carolina Arruda Franzon, uma das fundadoras do GestaLondrina, que compartilhou na rádio sua experiência de ser mãe.
Ouça a entrevista no site da Rádio UEL: http://www.uelfm.uel.br/arquivo.php?id=5318 ou no menu à direita do blog.
15 de setembro de 2010
11 de agosto de 2010
Círculo de Diálogos Para Mulheres.
Eu fui, fiz meus contatos, adorei conhecer as pessoas, e amanhã estou na reunião de novo!
http://www.fiepr.org.br/nospodemosparana/
22 de julho de 2009
04/07/2009
Agora é pra valer!
A partir de agosto/2009 o Grupo Gesta volta a ter encontros presenciais em Maringá e também em Londrina.
Os encontros serão mensais, sempre as quintas-feiras uma semana aqui e outra lá.
Pra saber mais, é só acompanhar os blogs:
GestaMaringá e GestaLondrina.
A partir de agosto/2009 o Grupo Gesta volta a ter encontros presenciais em Maringá e também em Londrina.
Os encontros serão mensais, sempre as quintas-feiras uma semana aqui e outra lá.
Pra saber mais, é só acompanhar os blogs:
GestaMaringá e GestaLondrina.
23 de abril de 2009
20/03/07
Cursinho para gestantes da Unimed.
Acompanhei o GO no cursinho de gestantes da Unimed.
Era pra eu ter me apresentado, mas ele estava tão empolgado que ultrapassou o tempo destinado à aula sobre parto. Mas ele falou do trabalho das doulas e mencionou meu nome também. Deixei cartões meus e marcadores da parto do Princípio para todas elas.
Boas notícias: o discurso dele é impecável. Sinto até uma ponta de orgulho ao ouvir... E ele ainda é muito engraçado, professor de cursinho, sabem como é?
Acompanhei o GO no cursinho de gestantes da Unimed.
Era pra eu ter me apresentado, mas ele estava tão empolgado que ultrapassou o tempo destinado à aula sobre parto. Mas ele falou do trabalho das doulas e mencionou meu nome também. Deixei cartões meus e marcadores da parto do Princípio para todas elas.
Boas notícias: o discurso dele é impecável. Sinto até uma ponta de orgulho ao ouvir... E ele ainda é muito engraçado, professor de cursinho, sabem como é?
16/02/07
Mulheres especiais.
Antes de sair de casa, eu liguei pro GO, pra saber como estavam as coisas. Medidas de segurança, em breve não serão mais necessárias, assim espero!
Ele me diz que tem uma mulher muito especial no TP, que eu devia ir até lá. Fui.
A., a mulher especial, estava no leito, sentada com perna de borboleta, agüentando firme e muito concentrada nas contrações.
Depois de me apresentar e falar um pouco sobre como eu poderia apóia-la, precisei sair do prédio para pegar um material. Quando voltei, ela disse que estava com vontade de fazer força. Saí pra checar o prontuário e falei com o GO, se ela estava mesmo com os puxos, a evolução dela tinha sido à jato.
Voltamos para examinar e o bebê estava baixinho, mais um pouco e nascia ali mesmo. Mas decidiram levá-la ao CC e o L. nasceu em duas contrações.
Depois, com ela já no quarto, fui conversar e ela estava muito feliz com o resultado. Ela fez o pré-natal no SUS com este GO e já tinha ouvido falar de mim. Ela achou que foi muita sorte ter entrado em TP no dia em que a gente atende o plantão...
Logo em seguida, entrou a F., segundo bebê, fase latente do TP, 2cm, muito segura do processo. Ela, muito mais alta que eu, negra e forte, muito bem humorada, estava acompanhada da mãe. Nós três ficamos muito tempo conversando sobre muitas coisas da vida, foi muito agradável.
Então colocaram soro na F. e ela passou a sentir as contrações cada vez mais freqüentes e fortes. Ela ficou em movimento, respirando com calma e sentada na bola também.
No primeiro toque que fizeram, logo depois que ela saiu de um longo e bom banho, 6cm e uma força renovada pra ela, que se sentiu toda orgulhosa de ter avançado tanto.
Ela gemia, respirava, mudava de posição e voltava ao normal... como se nada tivesse acontecido.
Mas eu precisei ir embora às 18h e não acompanhei o TP dela até o final. Deixei a bola e algumas instruções e ela seguiu o que pôde. Ás 23h recebo um torpedo do GO: parto no leito, às 20:30h.
No dia seguinte voltei lá e ela estava radiante, contando o parto dela pras outras mulheres do quarto e feliz, feliz e o menino com nome de anjo musical pendurado no peito.
Antes de sair de casa, eu liguei pro GO, pra saber como estavam as coisas. Medidas de segurança, em breve não serão mais necessárias, assim espero!
Ele me diz que tem uma mulher muito especial no TP, que eu devia ir até lá. Fui.
A., a mulher especial, estava no leito, sentada com perna de borboleta, agüentando firme e muito concentrada nas contrações.
Depois de me apresentar e falar um pouco sobre como eu poderia apóia-la, precisei sair do prédio para pegar um material. Quando voltei, ela disse que estava com vontade de fazer força. Saí pra checar o prontuário e falei com o GO, se ela estava mesmo com os puxos, a evolução dela tinha sido à jato.
Voltamos para examinar e o bebê estava baixinho, mais um pouco e nascia ali mesmo. Mas decidiram levá-la ao CC e o L. nasceu em duas contrações.
Depois, com ela já no quarto, fui conversar e ela estava muito feliz com o resultado. Ela fez o pré-natal no SUS com este GO e já tinha ouvido falar de mim. Ela achou que foi muita sorte ter entrado em TP no dia em que a gente atende o plantão...
Logo em seguida, entrou a F., segundo bebê, fase latente do TP, 2cm, muito segura do processo. Ela, muito mais alta que eu, negra e forte, muito bem humorada, estava acompanhada da mãe. Nós três ficamos muito tempo conversando sobre muitas coisas da vida, foi muito agradável.
Então colocaram soro na F. e ela passou a sentir as contrações cada vez mais freqüentes e fortes. Ela ficou em movimento, respirando com calma e sentada na bola também.
No primeiro toque que fizeram, logo depois que ela saiu de um longo e bom banho, 6cm e uma força renovada pra ela, que se sentiu toda orgulhosa de ter avançado tanto.
Ela gemia, respirava, mudava de posição e voltava ao normal... como se nada tivesse acontecido.
Mas eu precisei ir embora às 18h e não acompanhei o TP dela até o final. Deixei a bola e algumas instruções e ela seguiu o que pôde. Ás 23h recebo um torpedo do GO: parto no leito, às 20:30h.
No dia seguinte voltei lá e ela estava radiante, contando o parto dela pras outras mulheres do quarto e feliz, feliz e o menino com nome de anjo musical pendurado no peito.
1 de outubro de 2008
24/03/06
O tempo tem passado rápido demais e eu não estou conseguindo escrever os meus relatos!
Nas últimas semanas eu acompanhei 11 TP’s e 8 partos, incluindo a primeira cesárea.
Eu lembro vagamente os detalhes, acho que se eu for contar vou acabar misturando as histórias.
Eu sei que teve:
- uma mulher que estava sentindo o TP como algo muito sofrido e mesmo tendo acompanhante o tempo todo e a minha presença também, a experiência do parto foi não bacana pra ela. Mesmo depois do nascimento do bebê, ela ficou irritada, triste, etc...
- 2 adolescentes que passaram pelo TP de forma tranquila. Uma teve um PN bacana e a outra uma cesárea que pareceu não muito adequadamente indicada, Não entendi muito bem como aconteceu, mas depois de puxar o bebê, ele acabou voltando e caindo na cavidade abdominal... sinistro! Tinha MUITO mecônio. O bebê foi pra UTI, mas ficou tudo bem.
- um PN manteiga, cujo TP foi muito rápido. A mãe já tinha 2 PN’s anteriores.
- um TP tranqüilo e nada demorado, mas que deixou a mãe agoniada, por que o primeiro parto foi bem mais rápido.
- um TP lindo, onde a mulher se apoiou completamente em mim e a gente rebolou muito junto, inclusive embaixo do chuveiro. A mãe dela estava junto e chorava ao nos ver tão próximas. Foi muito legal, depois conversamos bastante sobre o trabalho da doula.
- TP e parto de uma mulher 2 vezes maior que eu. Todo mundo ficou agourando, dizendo que eu não ia dar conta de doular uma mulher ao grande... hehe Mas deu tudo certo!
- uma japa doida, de atendimento particular, cujo médico não estava no hospital (e acho que nem estava na cidade), que chegou com 4cm de dilatação e berrava que queria fazer cesárea de qualquer jeito!!!! E o desejo dela foi atendido!
Também tem outras coisas acontecendo no hospital...
O médico parece confiar cada vez mais no que eu faço e faz questão de deixar isso claro para a equipe. Ele disse para um dos residentes (na minha frente) que quando eu estiver lá, ele pode ficar despreocupado, pode deixar os TP’s rolarem sem intervenções, principalmente sem a bomba de soro.
Nos partos que eu acompanho, as episiotomias estão virando lenda.
Tem gente na enfermagem dizendo que eu devia ser contratada do hospital e tem gente que ainda me olha de cima abaixo, como se eu fosse um ET.
Fora do hospital, a pareceria com o médico ainda não engatou, mas é só uma questão de tempo, eu espero.
Acabei de voltar de São Paulo, onde fiz o curso de Educadora Perinatal, no GAMA. Estou cheia de idéias, cheia de energia e pronta pra recomeçar!
Nas últimas semanas eu acompanhei 11 TP’s e 8 partos, incluindo a primeira cesárea.
Eu lembro vagamente os detalhes, acho que se eu for contar vou acabar misturando as histórias.
Eu sei que teve:
- uma mulher que estava sentindo o TP como algo muito sofrido e mesmo tendo acompanhante o tempo todo e a minha presença também, a experiência do parto foi não bacana pra ela. Mesmo depois do nascimento do bebê, ela ficou irritada, triste, etc...
- 2 adolescentes que passaram pelo TP de forma tranquila. Uma teve um PN bacana e a outra uma cesárea que pareceu não muito adequadamente indicada, Não entendi muito bem como aconteceu, mas depois de puxar o bebê, ele acabou voltando e caindo na cavidade abdominal... sinistro! Tinha MUITO mecônio. O bebê foi pra UTI, mas ficou tudo bem.
- um PN manteiga, cujo TP foi muito rápido. A mãe já tinha 2 PN’s anteriores.
- um TP tranqüilo e nada demorado, mas que deixou a mãe agoniada, por que o primeiro parto foi bem mais rápido.
- um TP lindo, onde a mulher se apoiou completamente em mim e a gente rebolou muito junto, inclusive embaixo do chuveiro. A mãe dela estava junto e chorava ao nos ver tão próximas. Foi muito legal, depois conversamos bastante sobre o trabalho da doula.
- TP e parto de uma mulher 2 vezes maior que eu. Todo mundo ficou agourando, dizendo que eu não ia dar conta de doular uma mulher ao grande... hehe Mas deu tudo certo!
- uma japa doida, de atendimento particular, cujo médico não estava no hospital (e acho que nem estava na cidade), que chegou com 4cm de dilatação e berrava que queria fazer cesárea de qualquer jeito!!!! E o desejo dela foi atendido!
Também tem outras coisas acontecendo no hospital...
O médico parece confiar cada vez mais no que eu faço e faz questão de deixar isso claro para a equipe. Ele disse para um dos residentes (na minha frente) que quando eu estiver lá, ele pode ficar despreocupado, pode deixar os TP’s rolarem sem intervenções, principalmente sem a bomba de soro.
Nos partos que eu acompanho, as episiotomias estão virando lenda.
Tem gente na enfermagem dizendo que eu devia ser contratada do hospital e tem gente que ainda me olha de cima abaixo, como se eu fosse um ET.
Fora do hospital, a pareceria com o médico ainda não engatou, mas é só uma questão de tempo, eu espero.
Acabei de voltar de São Paulo, onde fiz o curso de Educadora Perinatal, no GAMA. Estou cheia de idéias, cheia de energia e pronta pra recomeçar!
3 de maio de 2008
03/02/06
Acompanhamento particular e...
A mulher em questão é paciente do médico do plantão e enfermeira do ps do Hospital Universitário. Ela quis PN desde o início da gestação e ficou interessada no acompanhamento a partir do momento em que soube da minha existência.
O problema é que ele falou de mim pra ela muito tarde, quando ela já estava com 38 semanas. Eu só consegui entrar em contato com ela, quando ela estava prestes a completar 40 semanas e com a cesárea marcada para dali 2 dias e meio. Falamos pela primeira vez ao telefone no sábado, 28/1.
Conversamos um pouco sobre as expectativas dela com relação ao nascimento do G., sobre a ansiedade natural desta fase, a pressão da família a decisão pela cesárea quando ela completar 40 semanas. Falei pra ela sobre métodos naturais de indução ao início do TP, sobre formas de tentar relaxar e ela recebeu muito bem as dicas.
Mas como o TP não engrenou, ela fez a cesárea no dia 30/1.
... referências.
No dia 03/02, eu não fui no voluntariado e perdi a oportunidade de conhecer a Betinha.
Ela é enfermeira obstétrica há muito tempo e está coordenando uma pesquisa (ou algo parecido com isso) sobre a assistência ao parto (no SUS ou de forma geral, não sei).
Fato é que ela entrevista mulheres que pariram na Santa Casa, cerca de 1 mês após o parto, para saber o que elas acharam do atendimento e da experiência de parir.
De uns 3 meses pra cá, meu nome (ou a minha figura) passou a ser mencionado com freqüência pelas mulheres. Referências positivas, pelo que eu soube!
O GO passou meu contato pra ela, mas ainda não nos encontramos.
A mulher em questão é paciente do médico do plantão e enfermeira do ps do Hospital Universitário. Ela quis PN desde o início da gestação e ficou interessada no acompanhamento a partir do momento em que soube da minha existência.
O problema é que ele falou de mim pra ela muito tarde, quando ela já estava com 38 semanas. Eu só consegui entrar em contato com ela, quando ela estava prestes a completar 40 semanas e com a cesárea marcada para dali 2 dias e meio. Falamos pela primeira vez ao telefone no sábado, 28/1.
Conversamos um pouco sobre as expectativas dela com relação ao nascimento do G., sobre a ansiedade natural desta fase, a pressão da família a decisão pela cesárea quando ela completar 40 semanas. Falei pra ela sobre métodos naturais de indução ao início do TP, sobre formas de tentar relaxar e ela recebeu muito bem as dicas.
Mas como o TP não engrenou, ela fez a cesárea no dia 30/1.
... referências.
No dia 03/02, eu não fui no voluntariado e perdi a oportunidade de conhecer a Betinha.
Ela é enfermeira obstétrica há muito tempo e está coordenando uma pesquisa (ou algo parecido com isso) sobre a assistência ao parto (no SUS ou de forma geral, não sei).
Fato é que ela entrevista mulheres que pariram na Santa Casa, cerca de 1 mês após o parto, para saber o que elas acharam do atendimento e da experiência de parir.
De uns 3 meses pra cá, meu nome (ou a minha figura) passou a ser mencionado com freqüência pelas mulheres. Referências positivas, pelo que eu soube!
O GO passou meu contato pra ela, mas ainda não nos encontramos.
01/12/05
Ele voltou!
E hoje o bicho pegou na maternidade!
Tínhamos apenas um TP, mas de uma gestante cuja pressão estava nas alturas e não cedia de jeito nenhum! Eu queria ficar com ela, mas a maternidade estava lotada de barrigudas para passarem por consulta o GO estava sozinho, outros médicos e os residentes foram para uma formatura. Não sei se pela falta de acompanhamento ou se ela era assim mesmo, mas a moça me tirou do sério. Ela era muito ranzinza e não levava as orientações que recebia a sério. Nossos santos não bateram!
Hoje teve de tudo!
-mulher grávida do 6º filho, idade avançada e fumante, em TP de 35 semanas;
-adolescente desesperada querendo cesárea;
-mulher cujo marido estava viajando e ela foi ao hospital por que estava com medo de entrar em TP estando sozinha em casa;
-mulher com mastite em fase avançada, ficou internada para fazer drenagem;
-mulher com herpes ativo e bolsa rota, ficou internada, mas não sei qual foi o procedimento com ela;
-adolescente grávida do 2º filho, em estado de quase coma alcoólico;
-comida mexicana!
Calma, eu explico!
O GO sempre pede alguma coisa pra gente comer, geralmente é pizza! Mas na outra semana, eu sugeri que ele variasse o cardápio e ele optou pela comida mexicana... Acertou na mosca! Uma delícia!
Bom, hoje eu fiquei o tempo todo com ele. E ele disse que se fosse mágico, ia querer que eu fosse a assistente dele... hehe
Também disse que ficou muito surpreso e feliz com o fato de eu ter dedicado tanto tempo pra orientar duas meninas e convencê-las de que elas deviam voltar para casa, dando informações e segurança o suficiente para que elas esperassem em casa o início efetivo dos trabalhos de parto.
Eu não gosto muito de comentar este tipo de coisa, mas acho que estou mesmo ganhando espaço e a confiança dele.
O W. não é um médico humanizado daqueles que a gente tem como modelo, mas ele também não é um médico como os outros. Eu acho que ele está no caminho de descobrir que quer ser melhor do que foi ensinado a ser... E eu também tenho a impressão de que estar presente nos plantões dele, tem feito ele olhar para o trabalho que ele realiza com outros olhos. Ali, tem solo fértil e eu espero que um dia a gente possa fazer uma parceria de muito sucesso.
E hoje o bicho pegou na maternidade!
Tínhamos apenas um TP, mas de uma gestante cuja pressão estava nas alturas e não cedia de jeito nenhum! Eu queria ficar com ela, mas a maternidade estava lotada de barrigudas para passarem por consulta o GO estava sozinho, outros médicos e os residentes foram para uma formatura. Não sei se pela falta de acompanhamento ou se ela era assim mesmo, mas a moça me tirou do sério. Ela era muito ranzinza e não levava as orientações que recebia a sério. Nossos santos não bateram!
Hoje teve de tudo!
-mulher grávida do 6º filho, idade avançada e fumante, em TP de 35 semanas;
-adolescente desesperada querendo cesárea;
-mulher cujo marido estava viajando e ela foi ao hospital por que estava com medo de entrar em TP estando sozinha em casa;
-mulher com mastite em fase avançada, ficou internada para fazer drenagem;
-mulher com herpes ativo e bolsa rota, ficou internada, mas não sei qual foi o procedimento com ela;
-adolescente grávida do 2º filho, em estado de quase coma alcoólico;
-comida mexicana!
Calma, eu explico!
O GO sempre pede alguma coisa pra gente comer, geralmente é pizza! Mas na outra semana, eu sugeri que ele variasse o cardápio e ele optou pela comida mexicana... Acertou na mosca! Uma delícia!
Bom, hoje eu fiquei o tempo todo com ele. E ele disse que se fosse mágico, ia querer que eu fosse a assistente dele... hehe
Também disse que ficou muito surpreso e feliz com o fato de eu ter dedicado tanto tempo pra orientar duas meninas e convencê-las de que elas deviam voltar para casa, dando informações e segurança o suficiente para que elas esperassem em casa o início efetivo dos trabalhos de parto.
Eu não gosto muito de comentar este tipo de coisa, mas acho que estou mesmo ganhando espaço e a confiança dele.
O W. não é um médico humanizado daqueles que a gente tem como modelo, mas ele também não é um médico como os outros. Eu acho que ele está no caminho de descobrir que quer ser melhor do que foi ensinado a ser... E eu também tenho a impressão de que estar presente nos plantões dele, tem feito ele olhar para o trabalho que ele realiza com outros olhos. Ali, tem solo fértil e eu espero que um dia a gente possa fazer uma parceria de muito sucesso.
25/11/05
Cadê o GO?
O médico do plantão da sexta não foi hoje, confesso que isso me desestimula bastante, por que outros médicos não conhecem a minha função e me olham com uma cara estranha, como se voluntárias fosse só as velhinhas da rua da casa da mãe deles....
Além disso, na ausência dele, o número de cesáreas aumenta consideravelmente e eu não tenho estômago pra isso (não pra cesárea, mas para a conduta).
Acabou que eu não fiquei lá. Vim pra casa, curtir meu filhote que estava particularmente engraçado hoje!
O médico do plantão da sexta não foi hoje, confesso que isso me desestimula bastante, por que outros médicos não conhecem a minha função e me olham com uma cara estranha, como se voluntárias fosse só as velhinhas da rua da casa da mãe deles....
Além disso, na ausência dele, o número de cesáreas aumenta consideravelmente e eu não tenho estômago pra isso (não pra cesárea, mas para a conduta).
Acabou que eu não fiquei lá. Vim pra casa, curtir meu filhote que estava particularmente engraçado hoje!
4 de fevereiro de 2008
Outubro de 2003.
Fui buscar o programa da semana de amamentação na Santa Casa e encontrei na sala, conversando com a assistente social, a dentista que deu palestra no curso de gestante da clínica da minha obstetra.
Ela é muito bacana e super voltada para questões de humanização. A favor de parto normal, MUITO a favor de amamentação, etc.
Elas estavam acertando alguns detalhes sobre futura atuação da dentista como voluntária. O objetivo dela é orientar os profissionais que lidam diretamente com as gestantes, mães de recém nascidos e de crianças da ala pediátrica, sobre a higiene bucal.
Conversamos bastante (eu de intrometida, que só fui buscar o programa e acabei ficando...) e surgiu a idéia de formarmos um grupo com pessoas que tenha interesse nos assuntos que envolvem gestantes e bebês....além de reformular o grupo que dá palestras sobre aleitamento materno, dentro do hospital (o mesmo que eu fiz em abril).
Ela é muito bacana e super voltada para questões de humanização. A favor de parto normal, MUITO a favor de amamentação, etc.
Elas estavam acertando alguns detalhes sobre futura atuação da dentista como voluntária. O objetivo dela é orientar os profissionais que lidam diretamente com as gestantes, mães de recém nascidos e de crianças da ala pediátrica, sobre a higiene bucal.
Conversamos bastante (eu de intrometida, que só fui buscar o programa e acabei ficando...) e surgiu a idéia de formarmos um grupo com pessoas que tenha interesse nos assuntos que envolvem gestantes e bebês....além de reformular o grupo que dá palestras sobre aleitamento materno, dentro do hospital (o mesmo que eu fiz em abril).
23 de agosto de 2006
Pausa para o café...
Bom... eu fui na Santa Casa no dia 07/07, acompanhei dois TP's e não lembro mais os detalhes...
Depois disso uma série de desencontros e um dia em que o GO não foi e já me avisou, que era preu decidir se ia ou não (não fui).
Aí eu fui pra São Paulo participar do workshop da Naoli Vinaver e lá se foram mais duas sextas feiras perdidas no voluntariado! Naoli é um caso à parte... preciso sentar e dedicar algum tempo pra escrever sobre ela.
Dia 16/08 eu fui no curso de gestante da Unimed, à convite do GO, mas nem falei nada... a idéia era essa mesmo. Só dar as caras.
Na última sexta (18/08), não tinha nenhuma mulher em TP, mas fiquei lá conversando com outras duas mulheres internadas por abortamento.
Depois disso uma série de desencontros e um dia em que o GO não foi e já me avisou, que era preu decidir se ia ou não (não fui).
Aí eu fui pra São Paulo participar do workshop da Naoli Vinaver e lá se foram mais duas sextas feiras perdidas no voluntariado! Naoli é um caso à parte... preciso sentar e dedicar algum tempo pra escrever sobre ela.
Dia 16/08 eu fui no curso de gestante da Unimed, à convite do GO, mas nem falei nada... a idéia era essa mesmo. Só dar as caras.
Na última sexta (18/08), não tinha nenhuma mulher em TP, mas fiquei lá conversando com outras duas mulheres internadas por abortamento.
19 de maio de 2006
Nenhum TP, frio e chuva.
Hoje foi mais um dia para conversas esclarecedoras e empolgantes com o GO.
E também foi dia de ter certeza que tem uma enfermeira que me odeia, com todas as suas forças...
E também foi dia de ter certeza que tem uma enfermeira que me odeia, com todas as suas forças...
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