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25 de novembro de 2010

III Conferência sobre Humanização do Parto e Nascimento - Brasília


Pessoas de todo canto do mundo e do Brasil unidas para falar de Parto, Nascimento e Vida.
Estudos, experiências bem sucedidas, relatos de experiências de vida, tudo de bom!


Eu estava lá e voltei com a certeza de que posso fazer mais pelas mulheres do meu entorno.
Vários contatos e muito incentivo. Desejo a mim mesma mais foco a partir de agora...
Fotos aqui: http://picasaweb.google.com/blogconferenciarehuna2010 e os próximos posts serão sobre as minhas impressões do que vi, ouvi e vivi... rs 

13 de outubro de 2010

Lei do Acompanhante de Parto - Nosso direito não está À VENDA!!!!

A partir de uma denúncia individual que relatou a cobrança de taxa em um hospital em Cuiabá-MT, o Ministério Público Federal em Mato Grosso (MPF/MT) firmou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com os hospitais particulares locais.
Agora, todos eles terão de permitir a permanência do acompanhante de livre escolha da parturiente gratuitamente no acolhimento, pré-parto, parto e pós-parto imediato e afixar cartazes informando os direitos das gestantes. (notícia no link:http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/dest_sup/mpf-mt-move-acao-contra-hospitais-por-cobranca-ilegal-de-taxa)
Se você foi impedida de ter um acompanhante de sua livre escolha nesse momento tão delicado e especial que é o nascimento de um filho(a), DENUNCIE.
Se cobraram uma taxa para a entrada do seu acompanhante no parto, para o uso da roupa esterilizada (taxa de paramentação), para sua pernoite ou alimentação, DENUNCIE.
Se impediram a entrada do seu acompanhante por ser ele um homem ou por ser uma mulher, ou por não ser o pai, DENUNCIE.
Toda mulher tem o direito assegurado pela Lei 11.108/2005 de ter um acompanhante de sua livre escolha no acolhimento, pré-parto, parto e pós-parto imediato e os planos privados de saúde são obrigados a cobrir as despesas de um acompanhante por esse período, incluindo a taxa de paramentação, a alimentação e a acomodação adequada para pernoite.
É possível pedir "sigilo de dados pessoais" em sua denúncia, se desejar.
Para denunciar e obter mais informações acesse:
Parto do Princípio - Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa

24 de março de 2010

Simpósio Humanização do Parto em São Carlos - SP

Eu fui!
E eu conheci pessoas que não conhecia ainda (Melania, Ana Paula Caldas, Roxanna, Carla Polido, Cláudia Rodrigues, Vânia Bezerra, Cris, Rô, Renata Olah, Debora Delage, Roselene, Dani Buono, Flávia Penido, Polly, Thay, Daphne, Elke, Helô, Dani Andretto) e revi muita gente: Ana Cris, Socorro Moreira, Ingrid Lotfi, minha fofa doula e amiga Rebeca e sua Alicita, Ana Lúcia...


O evento era uma tentativa de sensibilização (e acho que conquistada) dos médicos obstetras da cidade de São Carlos cooperados da UNIMED local. Nossos coleguinhas humanizados falaram de evidências no parto e no atendimento ao recém nascido, falaram de protagonismo e de respeitar desejos, falaram de doulas e direitos no parto, ouviram sobre a PP e se emocionaram com nosso vídeo institucional. Além disso rolou a exposição "Parto com Prazer" da Agência Fotogarrafa e das fotos da PP.

Aproveitando que tantas integrantes da PP estavam reunidas, fizemos nossa primeira plenária da Rede, organizando alguns pontos pra dar o start a novas ações (ou pra finalizar as já começadas), e é claro que tanta gente que pensa igual reunida no mesmo lugar depois de tantos anos trocando idéia só pela internet, resultou num falatório sem fim, línguas cansadas, noites insônes e corações felizes... pra não falar de olhinhos úmidos de emoção...

9 de maio de 2009

Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento.

Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento, uma Iniciativa da Alliance Francophone pour l’Accouchement Respecté (AFAR) desde 2004 .

Este ano o tema abordado será “O aumento das taxas de cesáreas no mundo”, e o slogan original da Parto do Princípio não poderia ser mais adequado: “Pelo fim das cesáreas desnecessárias, por uma nova forma de gestar, parir e nascer”.

A exposição visa incentivar a escolha segura e consciente da via de parto, preservando o vínculo afetivo mãe e filho, a amamentação na primeira hora de vida e o parto humanizado. Além de cerca de 30 fotos e seus cartões explicitando os mitos que rondam o parto em questão e que seriam motivo para uma cesárea possivelmente mal indicada , usaremos banners para divulgar a Rede, expôr os riscos da cesárea para mãe e o bebê e atentar para altas taxas de cesárea nos hospitais brasileiros.

Local: Hall da Cliniprev - Rua Vereador Primo Monteschio, 460 / Zona 02 / Maringá / PR

Data: 11 à 16 de maio de 2009

Horário: durante o funcionamento da clínica

Obs. A exposição acontecerá simultaneamente em várias cidades.

23 de abril de 2009

20/03/07

Cursinho para gestantes da Unimed.
Acompanhei o GO no cursinho de gestantes da Unimed.
Era pra eu ter me apresentado, mas ele estava tão empolgado que ultrapassou o tempo destinado à aula sobre parto. Mas ele falou do trabalho das doulas e mencionou meu nome também. Deixei cartões meus e marcadores da parto do Princípio para todas elas.

Boas notícias: o discurso dele é impecável. Sinto até uma ponta de orgulho ao ouvir... E ele ainda é muito engraçado, professor de cursinho, sabem como é?

1 de outubro de 2008

02/08/2006

Mulheres denunciam 'indústria de partos' ao Ministério Público Federal.

Rede Parto do Princípio acusa médicos de corporativismo e Agência Nacional de Saúde (ANS) de ineficiência na regulamentação e fiscalização do sistema de atendimento ao parto no setor de saúde suplementar.
Visite o site: www.partodoprincipio.com.br

O procurador Luiz Fernando Gaspar Costa, do Ministério Público Federal, recebeu na semana passada um dossiê de 35 páginas e mais de 30 estudos científicos sobre o abuso de cesarianas no setor de saúde suplementar, que ocasiona prejuízos a milhares de mulheres e bebês.
A ação civil é uma iniciativa da rede Parto do Princípio, que reúne mais de 200 mulheres ativistas do parto normal em 16 estados do país e o Distrito Federal, e representa um grito de 'basta' da sociedade ao título brasileiro de campeão mundial de cesarianas.
"Esse documento é como uma lavagem de alma para muitas de nós, senão para todas. É a canalização eficiente da nossa indignação e a materialização de uma reivindicação que fazemos há anos", diz Roselene de Araújo, uma das participantes da rede Parto do Princípio envolvidas na elaboração da ação civil.
O dossiê denuncia o corporativismo dos médicos, a ineficiência da Agência Nacional de Saúde (ANS) na fiscalização e na regulamentação do setor, as formas como as mulheres são enganadas para aceitar a cesárea, o desrespeito à maioria das mulheres brasileiras (80%) que querem um parto normal e não conseguem, a formação intervencionista dos estudantes de medicina e a falta de ética dos médicos ao defenderem a cesárea a pedido.
O documento também compara o sistema privado de saúde (79% de cesarianas) com o público (27%) e propõe ao setor de saúde suplementar aplicar medidas já adotadas no âmbito do SUS para reduzir o número de cesarianas. Tais medidas já são práticas comuns nos países onde as taxas de cesariana são aceitáveis. "Por serem propostas que efetivamente poderão baixar os índices de cesarianas, enfrentarão muitas resistências por parte de todos aqueles que lucram com a indústria do parto cirúrgico", diz Juty Chen, que participou da elaboração da ação.
Através dessa ação civil, a Parto do Princípio pretende conseguir que o Ministério Público Federal, utilizando-se de suas competências constitucionais como defensor da sociedade, interfira junto à ANS para que exerça suas funções legais.
"A ANS é o órgão responsável pela mudança do atual quadro. Ela sabe o que ocorre, mas as providências que vem adotando para baixar os índices de cesáreas na saúde suplementar são tímidas em comparação aos interesses corporativos dos médicos e dos planos de saúde. O objetivo da nossa ação é que o MPF leve a ANS a adotar medidas rígidas, em especial algumas já adotadas pelo Governo Federal no âmbito do SUS para proteger as usuárias dos planos de saúde", diz Ana Cristina Duarte, participante da Parto do Princípio.
As afirmações e informações levadas pelo grupo ao Ministério Público possuem embasamento em estudos científicos ou foram inferidas a partir da análise de um ou mais estudos.

08/03/06



MULHERES SE ORGANIZAM CONTRA A BANALIZAÇÃO DA CESARIANA


Lançamento de site no Dia Internacional da Mulher é a primeira ação do grupo Parto do Princípio, que reúne 150 mulheres ativistas do parto normal em dez estados brasileiros e se prepara para lançar ONG No 08 de março, Dia Internacional da Mulher, será lançado o site do grupo Parto do Princípio - Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa http://www.partodoprincipio.com.br/ .


O site oferecerá informação e 'apoio de mãe para mãe' para gestantes que desejam ter um parto normal, mas enfrentam inúmeros obstáculos no sistema obstétrico brasileiro, que registra altas taxas de cesariana (27% na rede pública e 80% na rede particular de saúde).

O site Parto do Princípio estréia com a apresentação dos trabalhos do grupo e um convite para mulheres de todo o país participarem da 'rede pela maternidade ativa'.

Em breve, o site lançará também uma galeria de relatos de partos normais hospitales, domiciliares e cesarianas, textos sobre a importância de se promover a 'escolha informada' da mulher, uma enquete sobre como as mulheres que tiveram partos normais percebem essa experiência.

E, claro, muitos artigos escritos pelas próprias integrantes da rede com informação adequada, de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde, sobre gravidez, parto e pós-parto. Haverá ainda um grande banco de imagens de todos os tipos de partos, uma lista de profissionais humanizados em todo o Brasil, um serviço de apoio online 24 horas, programas educativos de rádio para download, uma seção especial para a imprensa (com pesquisas científicas, sugestões de pauta e imagens de divulgação), textos sobre experiências de sucesso na assistência à gravidez e parto pelo mundo afora, debates entre especialistas, produtos exclusivos da marca Parto do Princípio (camisetas, sacolas, adesivos, cartazes) e uma seção científica com todas as recomendações da Medicina Baseada em Evidências e da Organização Mundial de Saúde.

"A gente quer oferecer apoio de mãe para mãe para mulheres que estão ou planejam estar grávidas em todo o país", diz Ingrid Lotfi, uma das idealizadoras do movimento. "Uma de nós estará sempre disponível pra conversar e esclarecer dúvidas pelo site, telefone ou mesmo presencialmente", diz Ingrid. "A sensibilidade é a chave do nosso projeto", diz Andreza, enfermeira de 24 anos, que não tem filhos, mas está participando da rede.

O lançamento do site é a primeira de uma série de ações previstas pelo grupo Parto do Princípio, que já reúne 150 mulheres voluntárias espalhadas em nove estados brasileiros mais o Distrito Federal (SP, RJ, MG, BA, PR, RS, CE, SC, ES, AM, PE), trabalhando diariamente pela Internet. Por enquanto, a principal meta da rede de mulheres é ser uma ONG para representar 'a voz das mulheres' na luta pela melhoria das condições de atendimento ao parto no país.


Entre as ações previstas estão:


- Promover encontros presenciais gratuitos de apoio e discussão sobre gravidez, parto e pós-parto em todas as cidades onde exista uma representante da rede.


- Articular toda a rede de mulheres para enviar críticas e reclamações para os veículos de comunicação que divulgarem informações equivocadas sobre gravidez e parto.


- Conquistar espaço na mídia para divulgar informação de qualidade, alinhada com as recomendações da Organização Mundial de Saúde, em jornais, revistas, programas femininos na TV, no rádio e na Internet.


- Produzir uma cartilha para divulgação dos benefícios e procedimentos do parto normal e natural.


- Oferecer material de divulgação e realizar palestras com informação de qualidade em comunidades locais (igrejas, empresas, escolas, etc).


- Representar a 'voz das mulheres que buscam um parto normal e humanizado' em eventos de saúde da mulher, saúde infantil e saúde reprodutiva como congressos, conferências médicas, feiras, entre outros.


- Produzir vídeos e programas de rádio educativos para distribuição e veiculação gratuitas em todo o Brasil.


- Produzir campanhas contra o desrespeito e descumprimento dos direitos da mulher nas instituições públicas e particulares.


- Realizar um Congresso Anual para discussão de conquistas e metas das mulheres na luta pela humanização do nascimento e melhoria no atendimento ao parto no Brasil.


- Promover uma comissão política responsável pela elaboração de documentos, manifestos, abaixo-assinados e conquistar espaço para discussão de projetos de lei municipais, estaduais e federais.


- Fazer como as Mães da Plaza de Mayo, andar pelas ruas com cartazes de protesto: 'Chega de um acompanhante no máximo!', 'Chega destes índices criminosos de cesárea em hospitais privados!!' ou 'Nós não vamos pagar para nosso marido assistir o nascimento do nosso bebê!'