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17 de setembro de 2010

Nasceu Miguel, filho da Luciana e do Ricardo!

Miguel nasceu às 18:58h, de parto natural, hospitalar.
Foi um TP intenso, de bolsa rota e mecônio, sem nenhuma intervenção, com expulsivo de 2h.
Luciana deu à luz um meninão de 4.055gr e 51cm, em cócoras sustentada pelo marido, no quarto da maternidade.
Não sofreu episio e teve uma pequena laceração. Bem pequena mesmo... rs
Miguel foi direto para o colo da mãe e depois de limpo e aquecido, mamou o colostro dos dois seios.
Parabéns aos dois que se mantiveram firmes durante o TP, que bela dupla! E ao pai que manteve-se sereno.
Muito leite pra vocês!

25 de novembro de 2008

02/02/07

Um TP que não me quis e um bebê nascendo no leito.
Cheguei um pouco antes das 19h.
As duas mulheres no TP, vieram até a porta me olhar, acharam engraçada a moça com a bola nas costas. Carrego minha bola num elástico, como se fosse uma mochila.

Ambas estavam sem soro, caminhando, se mexendo e conversando, muito animadas.
Entrei, me apresentei e começamos a trabalhar juntas. As três no meio da sala, rebolando e falando sobre parir e nascer.

J. estava no TP do terceiro filho, os dois primeiros nasceram de PN. Ela estava muito tranqüila e feliz. Sua maior preocupação era o marido, que estava do lado de fora. De vez em quando, ela subia na escadinha da cama, pra olhar pela janela e os dois conversavam.
No entanto, apesar dela estar receptiva às dicas, trabalhar junto, ter toda a paciência, e experiência, a dilatação dela progrediu de 4 pra 6cm e ficou assim o resto do tempo, até eu ir embora, por volta das 22h.
Mas eu soube, no dia seguinte, que o bebê nasceu de PN, bem, antes da meia noite.
Casos assim me fazem pensar que a minha presença também atrapalha às vezes. E olha que no caso dela, eu quase não fiz nada, deixei ela muito à vontade, justamente por que ela estava lidando muito bem com tudo...
Ela estava tão bem, que orientava as outras mulheres do TP.

Quando eu cheguei tinha só ela e a G. Mas uma outra menina tinha acabado de sair pro CC.
A G., primípara, bem tranqüila também, tomou muitos banhos, reboulou, reclamou e teve seu filho no leito mesmo.

E aí o comentário da equipe: quando você está aqui, os bebês acabam nascendo no leito....

Por que será? rs

26/01/07

O retorno do samurai.

Nossa, que noite agitada!
4 mulheres no TP, todas em estágio avançado, com pouca diferença entre as dilatações. Eram tantas e todas precisadas, que eu nem sabia quem atender primeiro.
Fiz uma explanação geral sobre meu atendimento e sobre o que era bom fazer durante as contrações e elas foram se acostumando comigo.

A. era a de dilatação mais avançada, mas estava confortável no leito, erguendo o tronco, respirando durante as contrações, não quis sair dali, apenas aceitou algumas sugestões de posição. Ficou de lado, ajoelhada, saiu do leito um pouco, acocorou. Mas não quis ir pro chuveiro... Na verdade quando ela quis, o médico veio tocar e ela estava com dilatação total.

R. embora com 1 ou 2cm a menos que a A., parecia precisar mais de apoio e agarrou-se em mim. Levei-a para o chuveiro, tentei acalmar um pouco os pensamentos dela, fazê-la perceber o ritmo das contrações, a respiração e tal. Ela ficava com os olhos bem abertos durante as contrações, respirando forte e reclamando às vezes: ai, moça, isso dói demais!
A mãe dela estava junto e eu tratei de passar algumas orientações pra ela. Foi muito legal ver esta senhora ajudando a filha, acalentando, jogando água na barriga e dizendo que já ia acabar.

As duas, A.e R. acabaram indo pro CC ao mesmo tempo, e o bebê da R. nasceu primeiro, com epsiotomia, pelas mãos do residente. As contrações da A. pararam completamente dentro do CC e o bebê nasceu com auxílio de vácuo extrator.

Ao mesmo tempo em que tudo isso acontecia, antes que eu entrasse no CC com as duas primeiras, a A. (outra A.) estava completamente dura, tensa, apavorada. Era um VBAC e ela não fazia a menor idéia do que era o TP, por que o primeiro filho nasceu de CE (cesárea eletiva).

A quarta mulher em TP, a D. era muito novinha e relaxava muito entre as contrações, pulando da cama como uma gata quando elas começavam. Por isso, eu estava mais atenta à A..

Eu tentava falar com ela, mas ela sequer mexia a cabeça pra me olhar. Mas eu fui tentando, tentando, até que ela sentou na beirada da cama. Neste ponto ela parecia conseguir me perceber e eu fui muito objetiva, disse que ela precisava se soltar, que estava dura, tensa, que ia ser muito mais complicado enquanto ela estivesse assim, que doía mesmo, mas que ela podia se ajudar e etc.
Finalmente ela foi pro banho e ficou bem lá. Nisso a mãe dela chegou e fez companhia no chuveiro. A mãe também estava assustada. Ela saiu e sentou num banquinho, na beira da cama dela e ficou ali, mais relaxada, respirando melhor.

Eu estava com a D., abaixada no chão, de joelhos no colchonete e a A. começou a dizer que estava sentindo uma coisa estranha, como uma bolha na vagina. Eu, na calma, dizendo que era normal, que ela estava sentindo o bebê descer, pra ficar tranqüila, mas ela insistiu:
-Moça, olha aqui pra mim, esse bebê tá nascendo!
E tava mesmo!

Calmamente, pedi pra ela deitar no leito e tentar não fazer força, que estava tudo bem. Fui chamar o GO e quando ele chegou a cabecinha já tinha saído. Ele colocou o bebê no colo dela e ela simplesmente não acreditava, chorava e gritava feliz, chamando pelo bebê, perguntando se estava tudo bem, sem acreditar que tinha sido fácil, que tinha acabado.
Realmente, levando em consideração a mulher que estava prostrada e dura naquele leito, eu jamais diria que o bebê dela nasceria menos de 2 horas depois, sem nem dar tempo de ir pro CC.

A D. dilatou total muito rápido também, quando eu cheguei ela estava com 3cm, tinha acabado de internar. Mas o expulsivo dela foi bem lento. Infelizmente, no SUS lentidão no expulsivo é sinônimo de intervenção e tivemos o segundo bebê nascido com auxílio de vácuo em uma noite.

Acho que os nascimentos tiveram um intervalo de 30 minutos cada, foi quase produção em série...rs

Eu diria que voltei com a corda toda!

1 de outubro de 2008

12/05/06

Nascendo na cama...

Passei na maternidade durante a tarde e dei uns conselhos para a H. e a L.
Elas estavam lá, deitadas na cama, sem muito ânimo. Mas eu não pude ficar. Voltei as 18h e a H. tinha progredido bem.
Sugeri um banho, ela aceitou. Ainda no chuveiro, ela disse: Tõ sentindo uma bolota aqui (colocando a mão na vagina). Ajudei-a a sair do banheiro e fui chamar o residente. Ele disse que era provável que fosse a bolsa dela, já que ainda não tinha rompido...
Ela voltou pra cama, ele a examinou e mandou chamar a maca. Saiu, eu fui atrás, mas não deu nem tempo de dar dois passos. A mãe dela me chamou. Voltei e tinha uma bolha saindo. Pedi pra ela tentar não fazer força e corri no corredor, pedindo pra chamarem o residente de volta, por que não ia dar tempo de ir para o CC.
Ela fazia força e a bolsa vinha, íntegra, dava pra ver a cabeça do bebê lá dentro... Quando finalmente forçou, a bolsa rompeu, cheia de mecônio e o C. saiu, com dias circulares de cordão. Quem aparou foi uma auxiliar de enfermagem, tremendo muito..rs.
Levaram o bebê e a mãe ficou, até limparem superficialmente e levarem-na para o CC, para suturar uma pequena laceração.
A avó ficou num misto de felicidade e angústia, sem saber se estava tudo bem, meio assustada com o parto na cama...

A L. estava no leito em frente e viu tudo. Ficou super assustada e eu levei o resto da noite pra convencê-la de que o que ela viu era normal e bonito. Mas ela não quis saber. Ficou impressionada mesmo.
E não colaborou nem um pouco com o próprio TP, passando por uma cesárea no dia seguinte.

E. chegou quase na hora que eu decidi ir embora, com 4cm e super animada. Estava acompanhada da irmã e não deu a menor atenção às coisas que eu disse.
Fui embora e não sei como foi a evolução e o parto.

13 de maio de 2008

Nasceu Ana Luisa, filha de Edilaine e Charles, irmã mais nova de Lara.

Aos 48 do segundo tempo, no dia em que completava 42 semanas, após quase 4 dias entre pródromos e contrações noturnas regulares e intesas.
Ana Luisa e Edilaine precisaram de uma ajudinha, foi usada ocitocina para condução, por menos de 1 hora até que a mãe estivesse pronta para parir. Foram 7cm de uma vez!

Ela nasceu no leito, diante dos olhares ansiosos, cuidadosos, surpresos, maravilhados (rs) da mãe, do pai e da doula. A equipe não estava presente.
Foi diretamente para o colo da mãe, chorou e mamou. E de lá só saiu no colo do pai, para ser medida.

A família está feliz e aguardando alta para hoje.

30 de outubro de 2006

Nascimento de Miguel, filho da Renata e do Fábio.

Miguel, filho de Renata e Fábio, nasceu nesta segunda-feira, dia 30/10, às 3:52h.

O parto foi realizado no leito e ela pôde contar com a presença do marido e da doula, além do atendimento atencioso do GO e da pediatra. Ele foi direto para o colo da mãe e permeneceu com ela por cerca de 30 minutos.

Miguel é loiro, um polaquinho lindo e muito bravo!
Os dois estão bem e é provável que recebam alta em 24 horas.

26 de julho de 2006

Nasceu Isadora, filha da Júlia e do Osmar.

Nasceu hoje, de parto natural hospitalar, no quarto por opção da mãe, sem epsio, com laceração, ISADORA, filha de Júlia e Osmar.
Com 3.060gr e 46cm o pacotinho cor de rosa, tem os cabelos enrolados e negros e só quer saber de dormir!
Júlia está bem, Osmar muito feliz e cansado e a família já recebeu a visita das tias Karen, Emma e Karla e da vovó materna.